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Tratamento das Rinites alérgicas

Quando o corrimento nasal é irritante e a lacrimação doce

O que significa que o nariz, ao pingar, irrita as narinas e a parte situada por cima dos lábios, e que as lágrimas provocadas pela alergia não são corrosivas para o contorno dos olhos.

  • Allium cepa 5CH, se os espirros frequentes, em descarga, começarem ao levantar, e se as perturbações forem desencadeadas pelos alérgenos sazonais (pólenes, feno e ervas cortadas), pioram num quarto quente, e melhoram ao grande ar. Estão por vezes presentes dores supra-orbitais (por cima dos olhos).
  • Ammonium muriaticum 5CH: os espirros são também muito frequentes, mas o doente não apresenta as mesmas modalidades que Allium cepa (agravação num quarto quente e melhoras ao grande ar). A sensação de nariz entupido é intensa e é acompanhada por perda do olfato.
  • Sanguinária 5CH: espirros em descarga, rinorreia irritante, nariz seco e entupido predominam. Estes sintomas pioram com os pólenes e com os cheiros de qualquer natureza, sobretudo de flores.
  • Aralia racemosa 5 CH: os espirros frequentes e o corrimento nasal, claro e muito irritante, aumentam com a mais pequena corrente de ar. A rinite alérgica complica-se frequentemente com a asma que provoca dificuldades respiratórias que pioram quando o doente se estende ao comprido, sobretudo ao deitar e no primeiro sono.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos todas as horas no primeiro dia em período de crise, depois espace os medicamentos à medida que as perturbações diminuem. Continue 3 vezes por dia e consulte o seu medico homeopata.

Quando o corrimento nasal é doce e a lacrimação irritante

  • Euphrasia 5CH convém quando o corrimento nasal é doce, a lacrimação muito abundar e muito irritante, e as pálpebras estão inchadas e ardentes (o contrário de Allium cepa). As perturbações pioram com o vento, a luz do sol e num quarto quente, e melhoram ao grande ar.
  • Ambrósia 5CH, se o corrimento nasal, embora nasal, for acompanhado por urra lacrimação irritante e muita comichão nas pálpebras. É um medicamento muito utilizado no Outono no vale do Rhône onde a ambrósia predomina nesta estação.
  • Sabadilla 5CH: este medicamento é individualizado por espirros frequentes, violara paroxísticos, em descarga, seguidos por uma rinorreia fluida, apesar da sensação intensa de nariz entupido e uma lacrimação irritante. Os espirros, provocados por uma forte comichão no nariz e no palato, acalmam com a aplicação e a fricção da língua neste último. A lacrimação e os espirros pioram com o cheiro das flores, os perfumes, e ao grande ar; melhoram com o calor.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos todas as horas no primeiro dia em período de crise, depois espace os medicamentos à medida que as perturbações diminuem. Continue 3 vezes por dia e consulte o seu médico homeopata.

Quando o corrimento nasal e a lacrimação são irritantes

  • Kalium iodatum 5 CH: os espirros acompanham um corrimento nasal e ocular aquoso, abundante e ardente. Os olhos e o nariz estão vermelhos e inflamados. As crises acalmam com o calor e pioram com o ar fresco.
  • Naphtalinum 5 CH: o corrimento nasal e ocular – principalmente a lacrimação – são muito abundantes e irritantes. Os espirros em descarga são incessantes. Os sintomas melhoram em pleno ar.
  • Arsenicum álbum 5 CH, se a rinorreia e a lacrimação muito irritantes e abundantes piorarem durante a noite e melhorarem com o calor.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos todas as horas no primeiro dia em período de crise, depois espace os medicamentos à medica que as perturbações diminuem. Continue 3 vezes por dia e consulte o seu médico homeopata.

Tratamento de terreno

Os tratamentos de terreno têm o interesse de prevenirem as crises de rinites alérgicas espasmódicas ou febres-dos-fenos.

Devem ser começados pelo menos um mês antes do período pressuposto da crise. e devem continuar durante esta última. A sua grande eficácia constitui uma alternativa certa aos tratamentos alopáticos.

As rinites alérgicas peranuais, para as quais as crises são mais ou menos permanentes durante o ano, também necessitam de um tratamento de terreno. São mais difíceis de tratar, mas os resultados são muito bons a longo prazo.

Originally posted 2014-03-27 15:16:02.

National Doctors Day 2011 freecomputerdesktopwallpaper 1280 - Terreno ou "Resultado de Consulta"

Terreno ou “Resultado de Consulta”

A formação inicial é a mesma para todos os médicos: o estudo da ciências fundamentais, da semiologia, do diagnóstico e da terapêutica.

A investigação e a descoberta dos sinais clínicos são
um dos objetivos primeiros da consulta médica.
Estes últimos, para o médico generalista, servem para evocar a doença, para orientar o diagnostico, para prescrever eventuais exames complementares e receitar uma terapêutica; para o médico homeopata, estes sinais, bem estudados e completados, são também necessários para encontrar o medicamento.

O objetivo do generalista tal como do homeopata é portanto o mesmo, mais o interesse terapêutico.
Os exames complementares, embora muitas vezes evidenciados pelos doentes e por alguns clínicos, dependem do procedimento do medico, da conduta do exame clínico, ou seja, do interrogatório e do exame físico do doente.

Quanto mais rigoroso for este último, mais os exames complementares serão precisos e orientados e, expecto nos casos difíceis de medicina interna, o diagnóstico efetuar-se-á relativamente depressa.

O fosso que separa a medicina de cidade da mediana hospitalar é antes de mais caracterizado pelas poucas doenças que entram em quadros nosológicos precisos, ou seja, definidas pela presença de caracteres distintivos que permitem individualizá-las. É por isso que atualmente os médicos generalistas preferem falar de “resultado de consulta” em vez de diagnóstico.

Porque o generalista, homeopata ou não, raramente chega a uma doença que pode corresponder a um quadro nosológico preciso, a uma situação médica característica, a um “conjunto conhecido”. Na maioria das vezes, faz um diagnóstico sintomático, que traduz uma queixa funcional que não pode sobrepor-se num “conjunto conhecido”.

Salientamos já que não se trata de incompetência – pelo contrario, visto que o generalista é tomado numa ótica de medicina hospitalo-universitária, reputada pela precisão dos seus diagnósticos nosológicos -, mas da realidade do doente, porque os pacientes que vão à consulta na cidade têm patologias (doenças) imprecisas.

No hospital, “uma dor de barriga’ é muitas vezes reveladora de um conjunto conhecido, como um cancro ou uma apendicite, ao passo que o mesmo sintoma, na cidade, reflete na maioria das vezes uma indigestão ou um inchaço passageiro que será um “resultado de consulta”.

Isso é lógico porque o médico generalista só enviará o doente para o hospital se apresentar sintomas que possam entrar num “conjunto conhecido”. Para além disso, essa doença orgânica ou que entra num quadro nosológico preciso tem um trunfo formidável é cientifica, e a mediana, de arte toma-se ciência.

Nas anginas, a presença de um germe revelado pelo antibiograma permite receitar o antibiótico adaptado: é a ciência do médico; enquanto que a colite espasmódica pode ser tratada de diversas maneiras é a arte do médico. Mas arte e ciência são indissociáveis.

Este “resultado de consulta” – que não corresponde a nenhuma doença conhecida, mas que já
rio é um simples smtoma – é o exercício habitual do médico generalista que. ao criar esta noção sente intuitivamente a necessidade de alargar o sintoma ao homem.

Todavia, a raridade – na prática quotidiana – de doenças orgânicas ou que entram num quadro nosológico preciso também não deve lazer pretender que o generalista só trata doenças funcionais, e desconhece as outras.

Seria esquecer a sua formação e não se lembrar de que a história mostrou que as doenças funcionais atuais são as afeções orgânicas de amanhã.

Tal é, assim, o principal campo de ação do generalista, homeopata ou não. É uma situação de facto sem relação com os limites da homeopatia, mas ligada à ausência de médicos homeopatas nos hospitais – devido a uma resistência passiva dos nossos colegas alopatas e de um curso universitario que não o permite -, dai um conhecimento limitado da eficácia dos tratamentos homeopáticos nas patologias hospitalares uma avaliação clínica da homeopatia quase impossível.

Para os clássicos, “a queixa que não pode sobrepor-se num conjunto conhecido” é o primeiro passo na direção da noção de terreno homeopático. Porque, justamente, esta queixa decalca-s perfeitamente sobre os conhecimentos especiais dos terrenos, que os médicos homeopatas adquiriram graças à observação especial dos doentes e à experiência clínica.

Assim, a homeopatia dá, no tempo e no espaço, uma visão longitudinal do doente e da sua doença e não uma visão transversal, pontual, restritiva. A sua sorte é integrar este procedimento no seu concerto e na sua terapêutica.

Originally posted 2014-03-25 15:09:59.

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Homeopatia

Homeopatia: palavra inventada por Hahnemann a partir do grego omoios, semelhante, e phatos, sofrimento, é uma terapêutica que consiste em tratar a doença com medicamentos que têm a propriedade de produzirem sintomas semelhantes a essa doença. Os medicamentos são administrados em doses infinitamente pequenas tomando em consideração o indivíduo e as suas reações à doença.

Originally posted 2014-04-17 09:35:42.

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Tratamentos Complementares das Artroses

Acupunctura

Tem uma ação antálgica incontestável e deve ser o primeiro recurso contra a dor, antes da utilização de anti-inflamatórios. Se estes últimos forem indispensáveis, o tratamento por acupunctura permite diminuir as doses e portanto tomá-los mais suportáveis.

Fitoterapia

A cavalinha, a sílica, o harpagophytum, são as plantas mais utilizadas nesta indicação

Oligoelementos

O manganês, o cobalto, o magnésio, o potássio, o enxofre, o cobre, o ouro, são os principais oligoelementos utilizados em complemento nos tratamentos da artrose, o fósforo também faz pane no caso de contracturas musculares.

Antálgicos e anti-inflamatórios

Serão um recurso se os tratamentos precedentes forem insuficientes; do mesmo modo as infiltrações e a cirurgia se necessário.

Cinesiterapia

Evita a fundição muscular, a anquilose e o hábito de atitudes viciosas. É adaptada em função das articulações atingidas e também luta contra a rigidez muscular concomitante. A reeducação funcional será empreendida com discernimento.

Manipulações vertebrais

As técnicas (osteopatia, quiropractia) são diferentes. É indispensável um diagnóstico médico antes de as começar. É necessário evitar praticá-las em períodos de crises intensas.

Tratamentos termais

Os doentes retiram um grande benefício deste tratamento, principalmente os doentes com poliartrose (várias articulações atingidas).

Originally posted 2014-04-08 09:42:43.

fundo02 - Cicratizaçao

Cicratizaçao

Diagnóstico

A cicatrização termina a cura de uma fenda através de um tecido fibroso que substitui o que foi destruído. Esta última faz-se normalmente bem e só deixa uma cicatriz quase invisível; algumas vezes, a cicatrização tarda, a fenda fecha-se lentamente.

Mais raramente, faz-se excessivamente: a cicatriz toma-se quelóide – ou seja, forma-se um refego duro na pele. mais ou menos ramificado em patas de lagostim – e por vezes vermelho e inflamatório.

Tratamento homeopático

Nas pessoas que cicatrizam mal

  • Arnica montana 9 CH, depois de uma intervenção cirúrgica, favorece a cicatrização e limita as hemorragias

Para as pessoas que cicatrizam lentamente, cujas feridas supuram durante muito tempo e/ou são multo dolorosas

  •  Hepar sulfur 9CH, nos sujeitos muito sensíveis à dor quando o pus se mistura com o sangue nas feridas.
  • Silicea 9CH, nos sujeitos magros e friorentos, cujas feridas são acompanhadas por dores do género daquelas que sentimos quando enfiamos uma lasca na pele. Medicamento muito eficaz nas feridas que supuram muito tempo devido a sujidade ou corpo estrangeiros incluídos, ate mesmo há muito tempo enquistados, e muito difíceis de eliminar.
  • Sulfur 9CH, nos sujeitos alérgico, que transpiram facilmente e que têm sempre muito calor.

Posologia: 2 grânulos ao levantar e ao deitar ate a supuração parar.

Se os sujeitos não responderam em, utilizaremos sistematicamente

  • Hepar sulfur 5CH
  • Silicea 5CH

Posologia: 2 grânulos 3 vezes por dia durante 8 dias, deverá ir consultar um médico na ausência de melhoras.

Cuidado

Estes dois medicamentos aumentam a supuração no principio da sua utilização. Utilize-os enquanto o pus puder sair. Pare logo que a fenda estiver limpa e/ou começar a fechar-se.

Se não seguir estes conselhos, corre o risco de provocar uma supuração sob a pele e portanto agravar e retardar a cura da ferida
Em todo o caso, assegure-se do asseio da ferida.

Para lutar contra a dor

  • Hypericum perforatum 5CH acalma a dor, sobretudo nas feridas das extremidades (dedos) ricas em pequenos fios nervosos

Posologia: 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Para lutar contra as quelóides

  • Graphites 7 CH, sistematicamente.
  • Causticum 7CH, nas cicatrizes quetóides dolorosas.
  • Radium bromatum 7CH, quando as cicatrizes quelóides estão inflamadas, ou seja, vermelhas, dolorosas, e que pequenos vasos aparecem à volta.
  • Lachesis mutus 7CH, quando a cicatriz se toma vermelha e deita sangue
  • Tuberculinum residuum 9 CH, nas cicatrizes de acne.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 3 vezes por dia pelo menos durante 1 mês.

Tratamentos termais

São ainda mais eficazes se forem feitos precocemente. São principalmente indicados para as cicatrizes de queimaduras e quando houve enxertos na pele.

Avène-les-Bains, La Bourboule, Les Fumades-les-Bains, Molitg-les-Bains, Neyrac-les-Bains, La Roche-Posay, Rochefort-sur-Mer, Sail-les-Bains, Saint-Christau, Saint-Gervais, Saujon, Uriage-les-Bains.

Originally posted 2014-03-26 15:32:56.