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wp12b6bea4 - Sinusites frontais

Sinusites frontais

Ao princípio quando o nariz está seco e entupido

  • Sticta pulmonaria 5CH é indicado nas sinusites frontais que aparecem durante uma gripe. O nariz seco e entupido torna o assoar impossível; as dores na raiz do nariz e as cefaleias frontais melhoram logo que o nariz começa a pingar. Aparece uma tosse seca, dolorosa, que piora durante a noite.

Posologia: 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

  • Lachesis mutus 5CH, quando as dores suborbitais são desencadeadas pelo cessar brutal do corrimento nasal – ou espontaneamente, ou provocado por pomadas ou instilações nasais – e melhoram quando recomeça.

Posologia: tome com 6 horas de intervalo, sucessivamente, uma dose de Lachesis mutus 7CH, depois uma dose de Lachesis mutus 9CH, e finalmente uma dose de Lachesis mutus 15CH.

  • Hepar sulfur 15CH deve ser utilizado com precaução nas sinusites frontais acompanhadas por dores pulsativas intoleráveis, que pioram com o frio.

Posologia: uma única dose de Hepar sulfur é o suficiente para retirar o bloqueio. Não utilize diluições inferiores (5CH, 7CH, 9CH) nesta indicação, porque existe o risco de agravação. Não utilize Hepar sulfur se o nariz pingar, porque corre o risco de parar o corrimento e agravar a sinusite. Não utilize Hepar sulfur no caso de dúvidas.

Quando o nariz pinga

  • Cinnabaris 5CH
  • Kalium bichromicum 5CH
  • Kalium iodatum 5CH, nas sinusites frontais, com dores intensas nos ossos da face e na raiz do nariz, que aparecem a seguir a uma constipação cujo corrimento nasal muito irritante se tornou esverdeado. As dores melhoram com o calor e pioram com o ar fresco. É também um medicamento de sinusite maxilar.
  • Mercurius solubilis 5 CH, nas sinusites acompanhadas por nevralgias, uma tosse grossa muco-purulenta, uma febre intensa, muita sede e suores noturnos que não aliviam o doente
  • Corallium rubrum 5 CH convém nas sinusites agravadas por uma tosse seca, violenta, difícil de parar, com vermelhidão intensa no rosto.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Tratamento de terreno

É indispensável nas sinusites crónicas ou a repetição.

Tratamento complementares

A acupuntura é muito eficaz nas sinusites frontais e maxilares: acalma as dores e favorece o corrimento nasal. É pena não fazer, porque acelera a cura verdadeiramente.

Originally posted 2014-03-27 15:42:45.

febre - Tratamento das Febres de Criança Parte II

Tratamento das Febres de Criança Parte II

Febres e diarreias

  • Arsenicum álbum 5CH, para as diarreias que aparecem num contexto de intoxicação alimentar. As fezes são irritantes e nauseabundas, e são acompanhadas por uma febre característica com sede intensa e repetida de pequenas quantidades de água.
  • Chamomilla vulgaris 5CH. nas diarreias com fezes amarelo-esverdeadas. com um cheiro fétido, que aparecem quando os dentes estão a romper.
  • Mercurius solubilis 5CH, nas diarreias com fezes esverdeadas, com vontade urgente de ir à casa-de-banho e a sensação de nunca mais acabar. A febre é elevada, a sede intensa, e a transpiração viscosa não alivia o doente.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Febres e rinofaringites

  • Mercurius solubilis 5CH: febre elevada com sede intensa, transpiração viscosa que não alivia, corrimento nasal irritante, e tosse seca durante a noite e grossa durante o dia.
  • Nux vomica 5 CH: febre que aparece num contexto gripal, com arrepios e sede por altura das subidas térmicas, nariz seco e entupido durante a noite. Espirros irrepressíveis ao acordar.
  • Pulsatilla 5CH: febre moderada sem sede, transpiração, corrimento nasal doce, tosse seca durante a noite e grossa durante o dia.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Febre e anginas

Com dores nas amígdalas

  • Lycopodium clavatum 5CH, quando a dor vai da direita para a esquerda.
  • Lachesis mutus 5CH, quando a dor vai da esquerda para a direita.
  • Lac caninum 5CH, quando a dor muda de lado.
  • Mercurius solubilis 5CH, Phytolacca 5 H, quando a dor se espalha até aos ouvidos.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Febre e gripe

  • Arnica montana 5CH.
  • Eupatorium perfoliatum 5CH: febre com sede intensa e dores nos globos oculares.
  • Gelsemium sempervirens 5CH: febre sem sede, com uma grande fraqueza e tremores.
  • Nux vomica 5CH: febre que aparece a seguir a uma constipação, com muita sede, acne da febre, arrepios e dores no corpo que pioram de noite.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Febres e doenças infantis

  • Sarampo: Belladonna 5CH.
  • Varicela: Rhus toxicodendron 5CH.
  • Escarlatina: Apis mellifica 5CH.
  • Papeira: Apis mellifica 5CH.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Originally posted 2014-04-02 13:59:45.

1280px Lobaria pulmonaria 010108c - Sticta pulmonaria

Sticta pulmonaria

Origem

Sticta pulmonaria, o líquen pulmonar, da família das estictáceas, cresce agarrado aos carvalhos, às faias e aos rochedos das montanhas da Europa.

Era utilizado tradicionalmente para acelerar o trânsito intestinal, contra os vómitos, as dores gástricas e o enjoo de barco.

Composição

A tintura-mãe é preparada com o talo (aparelho vegetativo dos líquenes, constituído por um tecido mais ou menos diferenciado, não vascularizado) seco e inteiro.

Indicações

Rinofaringites

  • Com nariz seco e entupido, o sujeito assoa-se constantemente sem resultado.
  • Com dores na raiz do nariz e cefaleias que melhoram com o corrimento nasal.
  • Tosse seca, dolorosa, a repetição principalmente noturna.

Gripe

  • Ao princípio, com dores no corpo e astenia.
  • E rinofaringite característica.

Sticta pulmonaria convém se

As modalidades forem:

  • Melhoras com o corrimento nasal.

Originally posted 2014-04-14 11:00:05.

Highlighted human lung 745184 - Bronquites crónicas

Bronquites crónicas

A bronquite crónica é uma doença dos brônquios definida clinicamente pela presença de uma tosse e de uma expetoração (escarro) persistente pelo menos três meses por ano, dois anos consecutivos.

O número avaliado de sujeitos 1,8 que sofrem desta afeção é de 2,5 milhões dos quais 500.000 são mulheres. É responsável por 50.000 mortes por ano – ou seja, duas vezes mais do que o cancro bronco pulmonar – e custa em despesa de saúde à coletividade cinco biliões de francos por ano.

Para além disso, é uma doença ignorada, porque os fumadores acham normal tossir e expetorar.

Diagnóstico

A bronquite crónica é definida pela associação de uma tosse e de uma expetoração durante pelo menos trás meses por ano e pelo menos dois anos consecutivos.

O perfil típico do bronquítico crónico é um homem com mais de quarenta e cinco anos. Fumando paio menos um maço de cigarros por dia. vivendo numa atmosfera poluída. Os fatores de risco suplementares desta doença são as infecções respiratórias de origem virai na pequena infância as alergias, o alcoolismo.

Tratamento

O tratamento homeopático desta doença exige uma consulta medica e impõe cessar de fumar A bronquite crónica, pelas suas complicações (sobre infeciones brônquicas invernais, gripe, insuficiência respiratória crónica), as suas doenças associadas (asma, enfisema, insuficiência cardíaca), necessitam de um seguimento medico estrito e de um sério conhecimento da homeopatia.

Pela sua atividade, evita o aparecimento de infecções respiratórias e permite que o individuo seja tratado globalmente.

A maioria dos sintomas descritos no capitulo sobre as tosses pode ajudá-lo temporariamente. Portanto, consulte o capitulo sobre as tosses grossas, e o capitulo sobre a bronquite crónica das pessoas de idade.

Originally posted 2014-03-27 13:02:32.

mesoterapia 1 - Anginas Parte I

Anginas Parte I

A angina, ou a faringite, é uma inflamação aguda das amígdalas e da faringe que aparece principalmente entre os dois e os quarenta anos.

É provocada por uma infeção viral em 60 a 80% dos casos e por uma bactéria nos 20 a 40% restantes. A regra em França – embora a origem viral seja mais frequente – é tratar sistematicamente as anginas com antibióticos.

Nos Estados Unidos, a conduta é oposta visto que os antibióticos só são utilizados quando um exame médico à garganta provou a origem bacteriana da angina. Esta atitude parece ser a atitude do futuro, visto que os peritos franceses reconhecem a sua conformidade desde que os poderes públicos exigiram economias.

Segundo as mesmas fontes, o custo destas prescrições (pelo menos cinco milhões) inúteis de antibióticos é de aproximadamente quinhentos milhões de francos.

Diagnóstico

  • A angina traduz-se por uma dor na garganta, dificuldades para engolir, muitas vezes febre, por vezes arrepios e cefaleias.
  • Sem que seja a regra, no geral admitimos que a angina virai está normalmente associada a uma síndroma gripal ou a um ataque difuso do aparelho respiratório.
  • Por seu lado, a angina bacteriana é normalmente mais dolorosa e associada a volumosos gangliões no pescoço.
  • No entanto, estes critérios não são suficientes para afirmar a origem virai ou bacteriana, que só poderia ser confirmada com um exame médico na garganta.

Principais complicações

São provocadas pelo estreptococo beta-hemolítico, que é o germe mais frequentemente responsável pelas anginas bacterianas. É a causa de reumatismo articular agudo, ele próprio na origem de complicações renais e cardíacas.

As complicações da angina dizem essencialmente respeito às pessoas com menos de vinte e cinco anos e justificam um tratamento de antibióticos (penicilina) nas anginas bacterianas. Para alem desta idade, já não há risco de reumatismo articular agudo.

Tratamento

Sistematicamente ao princípio

  • Mercurius solubilis 5CH: medicamento da verdadeira angina, com as amígdalas vermelhas ou cobertas de pontos brancos. A dor ao engolir (a disfagia) é intensa, mau hálito, salivação abundante. A febre elevada é acompanhada por uma grande sede, arrepios e suores noturnos que não aliviam o doente.
  • Belladonna 5CH, quando a garganta e as amígdalas estão vermelhas. A língua e de um vermelho cor de framboesa, a disfagia é intensa A temperatura elevada é acompanhada por uma grande sede, afrontamentos, vermelhidão no rosto, uma transpiração abundante e um profundo desalento.

Posologia: ao princípio de qualquer dor de garganta, tomará estes medicamentos de 2 em 2 horas, durante 2 dias; depois a escolha entre estes últimos e os seguintes será em função da evolução.

Depois conforme o aspeto das amígdalas

Nas anginas “vermelhas”

As amígdalas estão vermelhas, tome:

  • Apis mellifica 5CH, se as amígdalas pálidas estiverem inchadas, se a úvula estiver “pendurada corno um saco cheio de água”. As dores ao engolir, ardentes e como se fossem picadas, melhoram com bebidas geladas. A temperatura é elevada, não há sede, expecto durante os adeptos, a pele seca e vermelha é entre-cortada de transpiração.

Acrescentará à Belladonna e ao Mercurius solubilis:

  • Phytolacca 5CH, ao contrário, se as amígdalas estiverem vermelho-escuro, mas sobretudo se a angina aparecer num contexto gripal (dores no corpo, tosse, rinofaringites). A garganta está seca, as dores ao engolir vão até aos ouvidos e pioram com bebidas quentes.

Substituirá Belladonna por:

  • Stramonium 7CH, se a garganta estiver vermelha, mas indolor. Para este medicamento, a temperatura elevada, a sede viva, o rosto vermelho, acompanham suores abundantes que não aliviam o doente.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias depois, 3 vezes por dia durante 6 dias.

Nas anginas “brancas”

Nas anginas “brancas”, as amígdalas tem pontos brancos, acrescentará à Belladonna e ao
Mercurius solubilis:

  • Mercurius cyanatus 5CH nas anginas brancas com febre moderada, gangliões volumosos no pescoço e mau estado geral Antes do aparecimento dos antibióticos, era o medicamento das anginas diftéricas; aliás, mantém-se interessante, nesta indicação em complemento dos tratamentos clássicos

Posologia 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias. depois 3 vezes por dia durante 6 ti ias.

Originally posted 2014-03-27 12:20:09.