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Doenças cardiovasculares

A homeopatia, nesta área nitidamente orgânica, tem um papel importante, infelizmente ainda demasiado limitado a uma medicação de complemento, porque é desconhecida dos terapeutas. A sua eficácia ganharia em ser avaliada a fim de constituir uma ajuda preciosa para as pessoas de idade.

Veremos o seu papel nas hipertensões arteriais e o interesse de um tratamento de fundo que permite um regresso ao normal dos números da tensão nas hipertensões arteriais limites (< a 16/9,5), e evita recorrer aos ansiolíticos, ou às medicações hipertensivas de primeira intenção.

Do mesmo modo, nas hipertensões arteriais moderadas ou severas, em adjunção aos medicamentos clássicos, a homeopatia impede ou retarda a escalada terapêutica – ou seja a adição de um ou de vários medicamentos suplementares para regularizar a tensão arterial – considerada sempre como pejorativa pelos cardiologistas.

Para além disso, nas doenças cardíacas graves, tais como as insuficiências cardíacas direitas ou esquerdas, as perturbações do ritmo, a angina de peito, a terapêutica homeopática tem um papel de complemento que não deixa de ser importante. Também é o caso nas arterites dos membros inferiores.

Originally posted 2014-03-28 11:59:30.

homeopatia1 - Podemos associar a homeopatia aos outros medicamentos?

Podemos associar a homeopatia aos outros medicamentos?

A homeopatia é uma terapêutica que pode ser utilizada sozinha e em primeira intenção nas afeções vulgares. Enquanto não provar a sua eficácia nas doenças mais graves, pode e deve ser associada ás terapêuticas clássicas. Para além disso, seria bom, nesses casos, tomar os grânulos cinco a dez minutos antes dos outros medicamentos, quer se trate de alopatia, de oligoterapia ou de fitoterapia.

“Porque não há folhetos explicativos?”

Quando se utiliza um medicamento clássico, os folhetos explicativos permitem ao doente conhecer as suas indicações. as suas contra-indicações. as precauções que deve tomar, a sua posologia e o seu modo de administração.

Isso é possível porque a atividade da substância é especificada a partir da suas propriedades intrínsecas e não das reações que provoca no homem são. como em homeopatia. De facto, as regras de prescrição da homeopatia são ajustadas em função das indicações terapêuticas e das reações Individuais: o que é impossível de especificar num folheio global.

Originally posted 2014-03-24 12:56:11.

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A Acupunctura

A acupuntura não utiliza medicamentos, mas só agulhas. Aqueles que conhecem esta terapêutica vão ficar surpreendido por a comparamos com a homeopatia, De facto, a grande condução que reina no espírito das pessoas não advertidas e a experiências que possuímos obrigam-nos a fornecer algumas precisões sobre este assunto.

A acupunctura, ao mesmo título que a fitoterapia, faz parte da medicina tradicional chinesa, data de pelo menos três mil anos a.C., tal como testemunham várias obras.

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A acupuntura – utiliza agulhas de metal que são espetadas em sítios precisos da pele, e moxas (pauzinhos de artemisa) que queimamos e que completam a sua ação.

 

Originally posted 2014-03-21 14:31:56.

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Quais sao os inconvenientes da Alopatia?

Infelizmente, a terapêutica alopática associa a sua atividade um cortejo de efeitos secundários; “isto cura num certo sítio, mas estraga um outro”, ouvimos nós muitas vezes. É inegável, mas atualmente dado a maneira como são orientadas as investigações, é a única via explorada, porque é a única considerada como cientifica

Na minha opinião, a homeopatia deveria ser a mediana de primeira intenção na cidade, a alopatia deveria ser reservada para os casos que resistem à homeopatia.

Os doentes aceitariam então muito bem, se necessário, tomar pontualmente, a longo prazo ou de uma maneira repetida, um medicamento a topa tico, mesmo se aparecessem eleitos secundários. Enquanto esta mesma população recusa estas perturbações iatrogénicas (perturbações indesejáveis, mais ou menos oravas, provocadas pelo próprio medicamento) nas patologias benignas mais vulgares

Se a doença o exigir, os médicos homeopatas não deveriam hesitar em utilizar a alopatia, sozinha ou em associação. É a utilização sistemática de medicamentos alopáticos nas afeções pouco graves, tais como os antibióticos nas doenças ORL – rinofaringites principalmente -. a utilização dos anti-inflamatórios ou da cortisona para o mais pequeno reumatismo, por exemplo, que acaba por incitar numerosos pacientes a procurarem uma terapêutica pouco agressiva e com a mesma eficácia.

Nas nossas consultas, encontramos muitas mães de família na maioria exaspera- das pela receita sistemática de antibióticos aos seus filhos, à mais pequena construção, á mais pequena dor de ouvidos ou à mais insignificante subida de temperatura.

As páginas do caderno de saúde – não chegam para anotar todas as infeções da criança desde o seu nascimento – existem para o testemunhar. Ora, na maioria dos casos, os antibióticos não só são inúteis, como também ineficazes. Portanto, são muitas vezes os abusos da alopatia que fazem o sucesso da homeopatia.

Originally posted 2014-03-21 15:55:07.

medicamentos - Nas doenças Crónicas

Nas doenças Crónicas

A terapêutica homeopática apresenta o mesmo interesse, e pode ter uma atividade terapêutica complementar interessante.

Assim, por exemplo, na diabetes insulo-dependente, a fabricação de insulina é insuficiente ou inexistente. As injeções desta hormona mantém-se por isso indispensáveis.

No entanto, a adição homeopatia permite um equilibro maior e um controlo melhor da diabetes. Assim, a homeopatia participa na prevenção das tremendas complicações desta doença e permite uma redução das doses de insulina.

Do mesmo modo. na hipertensão arterial, nas depressões, a homeopatia autoriza muitas vezes uma diminuição dos tratamentos medicamentosos clássicos ou evita o sobrelanço terapêutico.

Indirectamente, permite uma melhor tolerância das suas substancias que são mais bem suportadas, porque os riscos de efeitos secundários (e indesejáveis destes medicamentos) e de interacções medicamentosas são naturalmente diminuídos.

Em outras doenças crónicas menos graves (principalmente doenças reumatismais) para as quais o prognostico vital não está em jogo – contrariamente aos cancros, sida ou hepatites -, o tratamento homeopático pode tomar-se principal e a terapêutica alopática acessória.

Também aqui se põe o problema de coordenação dos tratamentos. De facto, muitos doentes recusam ou não ousam informar o médico especialista que os trata que se fazem tratar paralelamente pela homeopatia.

O meu conselho

Se estiver a ser acompanhado por um especialista para o tratamento de uma doença cronica e se iniciar um tratamento homeopático em complemento, não deve recear informá-lo ou culpalizar por isso.

Originally posted 2014-03-24 14:34:26.