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dor de dente - Tratamentos - Se vamos arrancar um dente

Tratamentos – Se vamos arrancar um dente

Após uma extração dentária, em tratamento preventivo e curativo das hemorragias dentárias, pode associar sistematicamente:

  • Arnica montana 9CH.
  • China rubra 5CH. Millefolium 5CH.
  • E para prevenir o risco infecioso: Pyrogenium 5CH.

Faça banhos de boca com Plantago tintura-mãe. 30 Gotas em meio copo de água

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos todas as horas no primeiro dia, depois 5 vezes por dia nos 2 dias seguintes.

Originally posted 2014-04-08 08:10:09.

herbs larger pic - Os doentes recorrem à Homeopatia

Os doentes recorrem à Homeopatia

A consulta

A remuneração dos médicos homeopatas é muito variável conforme o tipo da consulta (duração, dificuldade, investimento pessoal) as regiões e o sector de atividades destes últimos.

Os médicos do sector 1 (sector convencionado) são obrigados a aplicar o preço de uma consulta de médico generalista, ou seja, 110 francos; os seus honorários são reembolsados a 65%, sendo o restante pago pelos seguros complementares.

Os médicos do sector 2 (com honorários livres) praticam preços muito diferentes conforme as regras, as tarifas vão de 110 Bancos a 500 francos, ate mesmo mais nas grandes cidades.

O preço médio varia entra 150 a 300 francos; os seguros complementares compensam mais ou menos a diferença. O preço médio francês era de 156 francos mas voltamos a repeti-lo, as disparidades são fortes, principalmente na Ilhe-de-France (Paris:252 francos) e nos Alpes-Marítimos (Nice: 196 francos) ou Thionville (121 francos), Angouleme (128 francos).

Os medicamentos

O medicamento homeopático é efetivamente um medicamento, tanto do ponto de vista legislativo como do ponto de vista das normas rigorosas de fabricação e de controlo que o definem. Portanto, é reembolsado pela Segurança Social de França. Os medicamentos homeopáticos estão divididos em três grupos:

As especialidades com nome comum correspondem aos medicamentos mais utilizados. Englobam 1.163 medicamentos unitários selados e reembolsados a 70% pela Segurança Social.

As preparações magistrais dizem respeito a todos os outros medicamentos homeopáticos unitários ou não. Não são reembolsadas pela Segurança Social, expecto quando se trata da mistura de especialidades com nome comum. Quando um preparação apresenta um único componente que não figura na lista dos 1.163 medicamentos, esta ultima não é reembolsada.

As especialidades com nomes fantasia sob a forma de complexos (mitras de numerosos homeopáticos) ou de formulas unitárias exploradas sob um nome fantasista não são reembolsadas pela Segurança Social.

Originally posted 2014-03-24 15:42:55.

medicomenu - Porque o terreno?

Porque o terreno?

Atualmente, a noção de terreno une o doente à sua doença, indica que a mesma doença pode exprimir-se de diferentes formas de um sujeito para o outro, e integra o individuo no seu ambiente.
Liga-se à noção de globalidade ou noção de doença alargada ao homem, à qual fizemos referência na definição da homeopatia.

A dimensão humana

No entanto, nos factos, a prática médica atual separa o doente da doença, e cria duas entidades distintas. A divisão exagerada da medicina é uma ilustração perfeita: o especialista trata a doença da sua competência, ignorando muitas vezes os outros problemas, que deixa para os colegas.

Fica satisfeito com o tratamento do órgão ou da função: o cardiologista trata o coração, o pneumologista os pulmões, etc. Assim, por exemplo, as consequências físicas ou psíquicas de uma intervenção só raramente interessam o cirurgião, que se acomoda apenas com o resultado do aspeto técnico da sua operação, entrincheirando-se por detrás do êxito desta última para não tomar em consideração as queixas do paciente.

É por isso que aquilo que sobressai atualmente é que “a doença é separada do homem concreto que sofre, e é estudada num corpo, ele próprio separado. Dupla abstração que faz da doença pessoalmente sofrida pelo homem concreto um facto secundário.

Tal é o calcanhar de Aquiles da medicina ocidental ao isolar o corpo e a doença, e fazer do homem que sofre o fantasma que vem perpetuamente assombrá-lo e lembrar-lhe as suas faltas”.

A homeopatia faz parte da medicina ocidental; a maioria dos médicos homeopatas são generalistas. Estes últimos ligam o corpo à doença e o homem que sofre aos dois e. assim, ocupam-se da dimensão humana da doença e dos seus diferentes aspetos.

Na época de Hahnemann, tomar em consideração os antecedentes do doente, do seu modo de vida. da sua alimentação, fazer um interrogatório aprofundado era verdadeiramente revolucionário.

Assim, podemos lembrar que, desde a origem, pareceu a Trousseau – no entanto mais hostil que a homeopatia dava “uma ideia nova do medicamento, um método novo de constituir a Matéria médica, uma Terapêutica geral de certas relações afirmadas entre a natureza do medicamento e a da natureza*: mais tarde, a abordagem inovadora do doente, a noção de terreno e de tipo sensível foram reconhecidas e retomadas pelos alopatas.

Nos nossos dias, o exame clínico habitual engloba estes elementos. A noção de terreno tomou-se vulgar: a aproximação atual do doente quer-se global, os antecedentes pessoais e familiares, a história da doença, a dieta alimentar, o modo de vida fazem parte disso. O terreno é descrito para encarar a singularidade desta ou daquela reação do indivíduo.

Falamos de um terreno atópico (para os sujeitos alérgicos), de um terreno atreito a enxaquecas; a abordagem clínica de um paciente que sofre de uma maneira crónica é simultaneamente somática e psicossocial.

Mas, nos factos, a medicina ocidental, pelas suas estruturas, o seu modo de funcionamento e
sobretudo a sua terapêutica inadaptada, não consegue fazer a ligação entre o homem que sofre e
a doença.

O procedimento atual dos médicos generalistas – que vamos detalhar no capitulo seguinte – é eloquente. Mostra o seu embaraço e a sua incapacidade para responder a esta imperiosa
necessidade que tanto eles como os seus pacientes sentem: tratar a doença assim como o homem que sofre. A terapêutica homeopática, por seu lado, responde a esta expectativa.

Originally posted 2014-03-25 14:41:04.

homeopathbottles - Médico Homeopata

Médico Homeopata

A noção de terreno é antiga, visto que Hipócrates já desconfiava de uma predisposição congénita para a tuberculose e descrevia uma constituição e tipos físicos especiais. A originalidade de Hahnemann é ter, para além disso, incluído este procedimento na sua terapêutica, a partir da observação dos doentes.

O que é o terreno?

O terreno define-se classicamente como o “estado de um organismo, quanto à sua resistência
aos agentes patogênicos ou à sua predisposição para diversas afeções”. Tal como a homeopatia, a mediana clássica aborda esta representação do indivíduo sobre o terreno genético e dos acontecimentos.

Já é reconhecido que numerosas situações patológicas resultam do encontro destes dois fatores. Sendo a parte de um e de outro variável, muitas vezes a agressão do agente ambiental é tal que a predisposição genética pouca importância tem. Por vezes, os elementos ambientais tornam-se verdadeiros agentes desencadeantes sobre um terreno predisposto, ou ao contrário, os fatores genéticos vão exprimir-se sejam quais forem as condições de vida.

Portanto, o individuo possui disposições gerais latentes, hereditárias ou adquiridas, que constituem a base de um potencial de defesa. Exprimem-se através de um modo reacional geral (MRG), ou seja, através de uma maneira especial de reagir do organismo que aparece espontaneamente ou a seguir a agressões diversas, chamadas “fatores etiológicos” ou “circunstanciais”. Estas disposições, antigamente chamadas “diáteses”. Compreendem:

  • uma parte inata, interna, imutável, ligada aos genes, e específica a cada indivíduo;
  • uma parte adquirida, externa, modificável, devida aos fatores ambientais, que o transforma mais ou menos forte e prolongadamente. A influência destes fatores sobre o organismo varia em função do terreno genético, tal como acabámos de o abordar sucintamente.

Apesar do formidável desenvolvimento da genética nestes últimos anos, a observação clínica e/ou biológica não permite distinguir estas duas partes.

Os terrenos, cuja expressão são os modos reacionais gerais, são também meios de classificai os medicamentos homeopáticos em grandes quadros, a fim de facilitar a prescrição.

Parece-nos, no estado atual dos nossos conhecimentos, ilusório, perigoso, até mesmo ridículo tentar procurar uma etiologia – ou seja, uma causa – comum a cada modo reacional. Estes conceitos do terreno mantêm-se “quadros de espera”, cuja origem, presumivelmente multifactorial, será talvez descoberta graças aos progressos da imunologia e da genética.

O modo reacional é provavelmente a resultante de fatores genéticos e ambientais, cujo impacto sobre o organismo continua desconhecido. Para esclarecer melhor a continuação desta exposição, vamos utilizar indiferentemente os termos de diátese e de modos reacionais gerais.

Progressivamente, os médicos homeopatas distinguiram quatro grandes grupos reacionais
gerais comuns. Traduzem as faculdades de defesa e de reação do organismo – adquiridas ou
inatas – em agressões variadas. Estes terrenos não são “doenças homeopáticas’, mas, sim, quadros patológicos nos quais o paciente tem mais “probabilidades” de evoluir.

Estes dados, que correspondem a uma visão sintética da vida do doente, são puramente empíricos, e baseiam-se unicamente na sua observação e na experiência clínica do médico. O conhecimento destes grupos permite seguir, até mesmo antecipar, o desenvolvimento das patologias (doenças), embora não tenham etiologias conhecidas ou comuns, porque são baseados antes de mais na observação dos doentes.

Podemos compará-los às vias de caminho-de-ferro cuja origem é desconhecida (a partida é o conceito), o destino semelhante, as estações são as doenças previsíveis, e as manobras das agulhas são possibilidades de evolução do doente para um outro terreno e/ou uma outra doença.

Estas similitudes de reações de defesa de uma categoria de sujeitos não excluem uma capa-
cidade de resposta individual, talvez ligada a uma predisposição genética ou a um ambiente especial, intuitivamente chamado “ponto fraco”. Na maioria das vezes, “colam” com os relatos dos doentes que encontramos em medicina geral, e correspondem à tendência geral de reação destes últimos face à doença ou a um acontecimento desencadeador.

Um doente entra raramente num só modo reacional geral, está muitas vezes encavalitado em vários destes modos. Da mesma forma, alguns medicamentos homeopáticos entram em diferentes diáteses.

As apelações originais destes terrenos são obsoletas, mas persistem devido ao facto a sua antiguidade; distinguimos a psora, a sicose, o tuberculismo, o luetismo.

Originally posted 2014-03-25 11:35:54.