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lirio3 - Reumatologia

Reumatologia

As dores reumatismais são muitas vezes as principais preocupações dos sujeitos de idade, e com razão, porque, embora pouco graves, não deixam de ser a primeira fonte de dependência.

De facto, insidiosamente, adicionam-se as dores nos joelhos ou nas ancas que limitam a deslocação, reduzem o perímetro de marcha, provocando até uma diminuição do abastecimento alimentar.

A isto, acrescentam-se normalmente as dores nos ombros ou nas mãos que vão agravar ainda mais os problemas de deslocação e por vezes ate mesmo incomodar os sujeitos quando tomam as suas refeições.

Este estado, que pode parecer caricatural, é de facto extremamente banal e frequentemente na origem da dependência do sujeito com muita idade.

Os médicos alopatas não estão muito munidos, porque a maioria das medicações têm, a longo prazo, consequências no aparelho renal ou digestivo; o que não deixa de provocar alguns problemas lestas pessoas já sobre medicamentadas.

Neste enquadramento, os medicamentos homeopáticos têm o interesse da sua eficácia e da sua inocuidade.

Originally posted 2014-03-28 12:27:35.

homeopathbottles - Médico Homeopata

Médico Homeopata

A noção de terreno é antiga, visto que Hipócrates já desconfiava de uma predisposição congénita para a tuberculose e descrevia uma constituição e tipos físicos especiais. A originalidade de Hahnemann é ter, para além disso, incluído este procedimento na sua terapêutica, a partir da observação dos doentes.

O que é o terreno?

O terreno define-se classicamente como o “estado de um organismo, quanto à sua resistência
aos agentes patogênicos ou à sua predisposição para diversas afeções”. Tal como a homeopatia, a mediana clássica aborda esta representação do indivíduo sobre o terreno genético e dos acontecimentos.

Já é reconhecido que numerosas situações patológicas resultam do encontro destes dois fatores. Sendo a parte de um e de outro variável, muitas vezes a agressão do agente ambiental é tal que a predisposição genética pouca importância tem. Por vezes, os elementos ambientais tornam-se verdadeiros agentes desencadeantes sobre um terreno predisposto, ou ao contrário, os fatores genéticos vão exprimir-se sejam quais forem as condições de vida.

Portanto, o individuo possui disposições gerais latentes, hereditárias ou adquiridas, que constituem a base de um potencial de defesa. Exprimem-se através de um modo reacional geral (MRG), ou seja, através de uma maneira especial de reagir do organismo que aparece espontaneamente ou a seguir a agressões diversas, chamadas “fatores etiológicos” ou “circunstanciais”. Estas disposições, antigamente chamadas “diáteses”. Compreendem:

  • uma parte inata, interna, imutável, ligada aos genes, e específica a cada indivíduo;
  • uma parte adquirida, externa, modificável, devida aos fatores ambientais, que o transforma mais ou menos forte e prolongadamente. A influência destes fatores sobre o organismo varia em função do terreno genético, tal como acabámos de o abordar sucintamente.

Apesar do formidável desenvolvimento da genética nestes últimos anos, a observação clínica e/ou biológica não permite distinguir estas duas partes.

Os terrenos, cuja expressão são os modos reacionais gerais, são também meios de classificai os medicamentos homeopáticos em grandes quadros, a fim de facilitar a prescrição.

Parece-nos, no estado atual dos nossos conhecimentos, ilusório, perigoso, até mesmo ridículo tentar procurar uma etiologia – ou seja, uma causa – comum a cada modo reacional. Estes conceitos do terreno mantêm-se “quadros de espera”, cuja origem, presumivelmente multifactorial, será talvez descoberta graças aos progressos da imunologia e da genética.

O modo reacional é provavelmente a resultante de fatores genéticos e ambientais, cujo impacto sobre o organismo continua desconhecido. Para esclarecer melhor a continuação desta exposição, vamos utilizar indiferentemente os termos de diátese e de modos reacionais gerais.

Progressivamente, os médicos homeopatas distinguiram quatro grandes grupos reacionais
gerais comuns. Traduzem as faculdades de defesa e de reação do organismo – adquiridas ou
inatas – em agressões variadas. Estes terrenos não são “doenças homeopáticas’, mas, sim, quadros patológicos nos quais o paciente tem mais “probabilidades” de evoluir.

Estes dados, que correspondem a uma visão sintética da vida do doente, são puramente empíricos, e baseiam-se unicamente na sua observação e na experiência clínica do médico. O conhecimento destes grupos permite seguir, até mesmo antecipar, o desenvolvimento das patologias (doenças), embora não tenham etiologias conhecidas ou comuns, porque são baseados antes de mais na observação dos doentes.

Podemos compará-los às vias de caminho-de-ferro cuja origem é desconhecida (a partida é o conceito), o destino semelhante, as estações são as doenças previsíveis, e as manobras das agulhas são possibilidades de evolução do doente para um outro terreno e/ou uma outra doença.

Estas similitudes de reações de defesa de uma categoria de sujeitos não excluem uma capa-
cidade de resposta individual, talvez ligada a uma predisposição genética ou a um ambiente especial, intuitivamente chamado “ponto fraco”. Na maioria das vezes, “colam” com os relatos dos doentes que encontramos em medicina geral, e correspondem à tendência geral de reação destes últimos face à doença ou a um acontecimento desencadeador.

Um doente entra raramente num só modo reacional geral, está muitas vezes encavalitado em vários destes modos. Da mesma forma, alguns medicamentos homeopáticos entram em diferentes diáteses.

As apelações originais destes terrenos são obsoletas, mas persistem devido ao facto a sua antiguidade; distinguimos a psora, a sicose, o tuberculismo, o luetismo.

Originally posted 2014-03-25 11:35:54.

lirio3 - Quais são os sinais homeopáticos mais importantes?

Quais são os sinais homeopáticos mais importantes?

Os sinais homeopáticos são classificados em função da importância que têm para a descoberta e para a prescrição do medicamento.

A classificação habitualmente reconhecida pelos médicos homeopatas, para além dos sinais da doença em curso, por ordem decrescente, é a seguinte:

  •  os sinais etiológicos, ou seja, o ou os fatores na origem do desencadeamento da doença e da reação pessoal do doente.
  • os sinais psíquicos, ou seja, a modificação do psiquismo que apareceu durante a doença. Estes sinais tem um interesse nas doenças somáticas, mas não nas doenças psíquicas, porque podem ser contundidos com os sintomas banais da doença mental;
  • os sinais gerais traduzem o modo de reação geral do organismo à doença. Classifica- mos ai: as modalidades gerais, a transpiração, os sabores alimentares, o sono e os sonhos, a sexualidade, a menstruação, a lateralidade, ou seja. a predominância dos sintomas num dos lados do corpo humano;
  • os sinais locais são muito numerosos e só intervêm na escolha do medicamento quando são bem marcados e característicos. Os sinais cutâneos não são sinais locais, são sinais gerais que traduzem na maioria das vezes um modo de eliminação preferencial do organismo.

Esta classificação sofre algumas variações em função do carácter agudo ou crónico da doença, e da sua natureza somática ou psíquica.

A importância dos sinais homeopáticos

Nas doenças agudas (por ordem decrescente)

  •  as circunstancias desencadeantes;
  • o modo do inicio:
  • os sinais psíquicos que apareceram durante a doença;
  •  os sinais gerais;
  • os sinais locais e as suas modalidades.

Nas doenças cronicas (por ordem decrescente);

  •  os sinais etiológicos:
  • os sinais psíquicos que apareceram durante a doença;
  • os sinais gerais;
  •  as modalidades;
  • os sinais locais.

Em conclusão, podemos dizer que a semiologia homeopática, para alem da linguagem comum que fornece, permite estudar de uma maneira coerente os modos reacionais gerais e chegar logicamente à prescrição do medicamento.

Vamos agora dar em detalhe o procedimento médico numa consulta, mostrando em cada etapa especificidade da homeopata. Votamos a repetir que a consulta do médico homeopata não difere da consulta do seu colega alopata, apenas o seu olhar é diferente.

O seu objectivo, para alem de diagnosticar a doença, consiste em encontrar os sinais homeopáticos da reacção individual do doente a fim de permitir a prescrição do ou dos medicamentos homeopáticos apropriados.

Originally posted 2014-03-25 16:28:04.

homeopathbottles - Como é que se tomam os medicamentos homeopáticos

Como é que se tomam os medicamentos homeopáticos

Como tomar os grânulos homeopáticos?

Fácil

  • 10 antes das refeições.
  • Não utilize os dedos, deite os grânulos na tampa que serve para isso.
  • Sozinhos, sem agua.
  • Sob a língua.

Simples

  • Dois ou três, uma ou varias vezes pro dia, para os grânulos
  • O tubo inteiro, uma vez por semana, para as doses.

Pratico

  • Pode tomar vários medicamentos em conjunto.
  • Não é necessário toma los uns a seguir aos outros.
  • Não precisa de agua.
  • Cabem no bolso.

Como tomar os grânulos

Muitas pessoas pensam que tomar medicamentos homeopáticos é uma operação extremamente complicada e misteriosa. Circulam preconceitos sobre isso.

No entanto, é muito fácil tomar grânulos homeopáticos porque, contrariamente aos preconceitos, os horários são flexíveis e o incomodo inexistente.

Originally posted 2014-03-26 11:49:02.

mesoterapia 1 - Certo/Errado sobre a maneira de tomar medicamentos homeopáticos

Certo/Errado sobre a maneira de tomar medicamentos homeopáticos

“Posso tomar os meus grânulos dez minutos antes das refeições?”

Certo. É inútil tomá-los meia hora ou uma hora antes de cada refeição, ou até mesmo acordar mais cedo para tomar os medicamentos.

“Devo tomar os meus grânulos com um pouco de água?”

Errado. Deve tomá-los sem água.

“Devo deixá-los derreter sob a língua, mas não os poderei mastigar para ir mais depressa?”

Certo e errado. Deve deixá-los derreter sob a língua, mas, se desejar ir mais depressa, pode mastigá-los e voltar a colocá-los sob a língua.

“Não devo tocar nos grânulos com os dedos, mas posso servir-me da tampa para os contar?”

Certo. É melhor não tocar nos grânulos com os dedos, para evitar sujá-los. Se o fizer sem querer, pode, no entanto, tomá-los, mas não deve voltar a pô-los no frasco porque corre o risco de contaminar os outros grânulos.

“Devo tomar os meus diferentes frascos de grânulos uns a seguir aos outros, e esperar dez minutos entre cada um?”

Errado. Pode tomar todos os grânulos ao mesmo tempo. Por exemplo, se ao levantar tomar 3 grânulos de Sépia e 3 grânulos de Ignatia amara, pode tomar os 6 grânulos juntos.

Grânulos e outros medicamentos

Tal como já vimos nas páginas, podemos associar perfeitamente um tratamento homeopático e medicamentos alopáticos.

Se os dois tratamentos tiverem de ser feitos ao mesmo tempo, aconselho simplesmente a começar sempre pelos medicamentos homeopáticos.

Originally posted 2014-03-26 11:53:32.