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faculdade de pediatria 9 - Coqueluche

Coqueluche

O coqueluche é uma doença infantil muito contagiosa, com declaração obrigatória.

É uma doença muito grave porque afeta as crianças mais pequenas ao ponto de ser por vezes mortal no primeiro ano de vida. Nestas condições, a vacinação é aconselhada antes desta idade. Esta ultima não deve ser renovada se aparecer uma encefalopatia nos sete primeiros dias.

Convulsões com febre ou sem febre nos três dias, gritos persistentes e choros prolongados, uma febre superior a 40,5° C, um choque anafiláctico ou uma indisposição grave.

Diagnóstico

A incubação é de oito a quinze dias. O diagnóstico baseia-se na noção de contágio, muitas vezes é evidente, e na ausência de coqueluche anterior.

O coqueluche começa por uma constipação acompanhada por uma tosse com náuseas mais noturna do que diurna.
O fim da doença – que dura em média sete semanas – anuncia-se através de uma diminuição da sequencia e da intensidade dos ataques.

Principais complicações

As complicações são principalmente respiratórias (apneia, broncopneumonia) e neurológica (convulsões, encefalopatias).

Atualmente, parece haver uma recrudescência da coqueluche no adulto, porque as crianças de há vinte ou trinta anos atrás tornaram-se adultos que perderam a sua imunidade vacinal. Uma tosse que persiste mais de catorze dias deve levá-lo a consultar o médico.

Tratamento

Tratamento preventivo

Sobre a nítida noção de contagio na criança não vacinada, ou quando há tosse coqueluchóide a seguir à vacinação, aconselharemos um bioterápico preparado a partir de um usado expetorações de sujeitos com coqueluche retirado em doentes não tratados:

  • Pertussinum 7CH: uma dose.

Ao princípio

Quando as tosses noturnas são acompanhadas por náuseas, dará:

  • Ipeca 5CH. que será reconhecido pelo carácter brutal, sufocante de uma tosse acompanhada por palidez ou cianose da face, náuseas e vómitos de muco que a aliviam o doente. A expetoração muito difícil é por vezes estriada de sangue.

Posologia: 2 grânulos a seguir a cada ataque de tosse ao princípio, depois 3 vezes por dia.

Originally posted 2014-04-01 15:27:53.

url - Anginas Parte II

Anginas Parte II

Se a angina for multo dolorosa

Acrescentará à Belladonna e ao Mercurius solubilis:

  • Mercurius corrosivos 5CH, quando estão associadas na angina as dores intensas ardentes das amígdalas e a impossibilidade de engolir Lachesis mutus é muitas vezes complementar a este medicamento.

Posologia (para todos estes medicamentos); 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Se a dor se espalhar até aos ouvidos

Acrescentará à Belladonna e ao Mercurius solubilis:

  • Phytolacca 5 CH.

Posologia: 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Se a dor nas amígdalas passar da direita para a esquerda

Tomará:

  • Lycopodium clavatum 5 CH. que é indicado nas anginas cuja dor começa à direita, de atacar os dois lados, e melhora quando bebe bebidas quentes
  • Mercurius proto-iodatus 5 CH é a associar sistematicamente a Lycopodium clavatum nesta indicação.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias. Depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Se a dor nas amígdalas passar da esquerda para a direita

Tomará:

  • Lachesis mutus 5 CH, se a dor nas amígdalas passar da esquerda para a direita, e piorar quando bebe quente O doente sente grandes dificuldades para engolir.
  • Mercurius bi-iodatus 5 CH é a associar sistematicamente a Lachesis mutus nesta indicação.

Posologia (para todos estes medicamentos); 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Se a dor mudar regularmente de lado

Quando a dor muda regularmente de lado. ou seja. quando começa por sofrer, por exemplo, do lado direito, depois do lado esquerdo, depois a dor volta para a direita e assim de seguida:

  • Lac caninum 5 CH convém nas anginas muito dolorosas, sobretudo durante a deglutição ou ao engolir alimentos sólidos, nos sujeitos que tem, nestas circunstâncias, a língua vermelha e despapilada.

Posologia: 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias. depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Conforme a reação às bebidas quentes e frias
Tomará:

  • se, ao engolir, a dor piorar com as bebidas quentes: ou Lachesis mutus 5 CH e Mercurius proto-iodatus 5CH, ou Phytolacca 5CH.
  • se, ao engolir a dor melhorar com bebidas quentes: Lycopodium clavatum 5 CH.
  • se melhorar com bebidas frias: Apis mellifica 5 CH ou Phytolacca 5 CH.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

No caso de febre

Para encontrar o ou os medicamentos que convém melhor, deve tomar em consideração a sede e a transpiração:

  • se não transpirar e não tiver sede: Apis mellifica: se tiver sede: Aconitum napellus
  • se transpirar e tiver sede; Belladonna, Mercurius solubilis.
  • se se sentir muito cansado: Phytolacca.

Localmente

Poderá ficar mais aliviado se fizer gargarejos de:

  • Phytolacca tintura-mãe
  • Calendula tintura-mãe

Posologia: 20 gotas da preparação em meio copo de água 4 vezes por dia.

Originally posted 2014-03-27 12:30:31.

gravidez1 - Incontinência urinária

Incontinência urinária

As fugas involuntária de urina atacam 2.5 milhões de pessoas em França. A incontinência urinaria ataca 60% dos homens e da mulheres que vivem no hospital em longa estadia.

Este tema mantém-se tabu, visto que , segundo um estudo americano, 72% das mulheres que tiveram uma incontinência não falaram com o seu medico.

37% de entre elas terias falado se tivessem ouvido falar de um tratamento eficaz. Em 80% dos casos, a incontinência urinaria aparece a seguir a uma esforço.

Diagnostico

Perda involuntária e intermitente de urina entre as micções é um fenómeno extremamente frequente que ataca mais a mulher do que o homem.

A incontinências aparece na maioria das vezes a seguir a um esforço físico que necessita a força do abdómen, por exemplo a seguir a um esforça para levanta algo; e é mais frequente nas pessoas de idade.

Pode ser desencadeada a seguir à gravidez ou durante a menopausa. Manifesta-se noutras circunstancias, como uma tosse, um riso ou uma mudança de posição. Na maioria das vezes, a mulher só perde algumas gotas de urina.

Tratamento homeopático

Quase sistematicamente

Causticum 7CH é o medicamento das incontinências urinárias, seja qual for a origem.

A seguir a um esforço abdominal

Provocada pela tosse, o riso, um esforço para levantar algo.

  • Alumina 7CH é complementar de Causticum quando a incontinência urinária ataca nestas circunstancias.
  • Kalium carbonicum 5CH, por ocasião de esforços ou tosse, sobretudo nas pessoas de idade.
  • Rumex crispus 5CH, nas tosses que pioram com a mais pequena inalação de ar. O doente deve colocar um cachecol diante da boca para evitar respirar este ar.
  • Squilla maritima 5CH, nas tosses acompanhadas por espirros e lacrimejar irritante.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias e 3 vezes por dia durante 6 dias.

Nas pessoas de idade

  • Causticum 9CH, nos sujeitos que respondem bem.
  • Kalium carbonicum 9CH, nos sujeitos que respondem bem
  • Equisetum hiemale 7CH, nas pessoas idosas incontinentes dia e noite.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos ao levantar e ao deitar durante pelo menos 2 meses.

Durante a gravidez ou a seguir ao parto

  • Causticum 15CH: tome uma dose deste medicamento logo a seguir ao aparecimento das perturbações. Se estas ultimas não pararem rapidamente, continue a tomar os grânulos ao levantar e ao deitar durante 15 dias. Na ausência de melhoras rapidamente marque uma consulta.
  • Arnica montana 15CH pode ser acrescentado se o parto foi especialmente longo. Uma dose, a renovar 3 dias de seguida.
  • Aletris farinosa 9CH é indicado quando a incontinência aparece a seguir a tosse nas mulheres esgotadas pelo parto.
  • Sepia 9CH, nas mulheres que respondem bem.

Posologia (para todos os medicamentos): 2 grânulos por dia durante 1 mês.

Menopausa

  • Causticum 9CH, sistematicamente.
  • Kalium carbonicum 9CH, nas mulheres que respondem bem.
  • Sepia 9CH, nas mulheres que rescindem bem e naquelas que têm quebraduras.

Posologia: 2 grânulos por dia durante 1 mês.

Em caso de febre

  • Ferrum phophoricum 5CH, na criança que perda as suas urinas quando tem febre e quando tosse.

Posologia: 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Reeducação perineal

O seu interesse é maior nas incontinências urinárias de esforço, da gravidez e do parto. Nestas ultimas indicações, o seu papel tanto é preventivo como curativo. Necessita de uma participação e de uma grande motivação da sua parte; deve ser começada, sob o controlo de um urologista, e de um fisioterapeuta especializado.

Originally posted 2014-03-31 11:28:18.

medicina pediatria 13 - Tratamento da Escarlatina

Tratamento da Escarlatina

Ao repouso na cama e à antibioterapia pode associar:

Medicamentos da angina

  • Belladonna 5CH. se a dor de garganta for intensa, a garganta vermelho vivo, a deglutição muito dolorosa, e se a febre for acompanhada por transpiração e sede.
  • Apis mellifica 5 CH. se a mucosa laríngea estiver vermelha, luzidia, com um edema na úvula, uma febre sem sede e uma pele seca entrecortada de transpiração.
  • Arum triphyllum 5 CH é o medicamento das anginas graves e muito dolorosas da escarlatina. A febre é muito alta, a salivação abundante, os gangliões do pescoço são dolorosos, a língua tem a cor da framboesa e está despapilada. O doente coça-se e por vezes arranha os lábios e a borda das narinas até fazer sangue

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3vezes por dia durante 6 dias.

Medicamento da febre

Ver o artigo sobre as febres da criança.

Medicamentos da erupção

  • Belladonna 5CH.
  • Apis mellifica 5CH.

Para estes dois medicamentos, a erupção é típica da escarlatina. Serão distinguidos nesta indicação a partir das características da febre e da angina

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Se a noção de contágio for nítida

  • e a erupção tardar a sair: tome uma dose de Gelsemium sempervirens 15CH;
  • se a erupção não sair: uma dose de Sulfur 30CH.

Para o ajudar a recuperar da doença

No fim da doença, vários medicamentos ajudam o doente a recuperar rapidamente a energia:

  • sistematicamente: uma dose de Sulfur iodatum 15CH;
  • se a erupção tardou a sair uma dose de Gelsemium sempervirens 15CH

Para prevenir as complicações

  • As nefrites (crises renais): uma dose de Apis mellifica 9CH.

Originally posted 2014-04-02 08:26:13.

Os Reflexo de cultura médica

“O meu bebé te o nariz a pingar, devo levá-lo imediatamente ao médico?”

Não. Pode tentar um tratamento e esperar alguns dias para ver o resultado.

“O meu bebé tem diarreia as fezes são muito frequentes e abundantes desde há vinte e quatro horas, posso ainda esperar um ou dois dias?”

Não. Já esperou demasiado, o risco de desidratação é maior nos bebes, porque estes últimos perdem muito rapidamente peso no caso da diarreia, sobretudo se também tiverem vómitos.

Um bebe de 4 quilos que emagreceu 400 gramas (10% do deu peso) está em perigo. Isto pode acontecer muito depressa quando diarreias e vómitos dominam. É imperativo ir consultar imediatamente o médico.

“O meu filho tem os dentes a romper o que provoca fezes moles e um pouco da febre, posso esperar antes da ir com ele a uma consulta?”

Sim. Não há qualquer urgência, pode tratar tranquilamente o seu filho, sobretudo que há excelentes medicamentos homeopáticos para esse fim.

“O meu filho com 2 anos tem febre, já teve convulsões, posso tratá-lo sozinha?”

Não. Corre o risco de ter novamente convulsões, deve ir ao medico

“A minha filha tem febre (38º, 38º5), dores na barriga e náuseas, devo leva-la Imediatamente ao medico?”

Sim. Tem perfeitamente razão, estes sintomas podam fazer temer uma crise de apendicite aguda.

“O meu filho tem dores na garganta e febre (38º, 38º5), devo levá-lo médico?”

Não, pode fazer um tratamento durante quarenta e oito horas antes de decidi ou não consultar um médico era função da evolução.

“Há já alguns dias que tenho dores no joelho, este último começou a inchar, a ficar vermelho, e eu começo a ter febre, devo continuar o tratamento que empreendi?”

Não, deve ir consultar um médico, porque o seu estado vai agravar-se com a ausência a tratamento efícaz.

“Recomeço a minha já sem conta crise da artrose, posso tentar aliviar-me durante alguns dias?”

Perfeitamente. Pode consultar um médico que fará o diagnostico da erupção cutânea e procurará uma eventual doença sexualmente transmissível.

“Apareceram-me pala primeira vez borbulhas ao nível dos órgãos genitais penso que é um herpes genital, posso tratar-me sozinho?”

Não, Deve consultar um médico que fará o diagnostico da erupção cutânea e procurara urna eventual doença sexualmente transmissível.

“Há cinco dias que me trato sozinho sem êxito, devo tentar ainda um novo tratamento?”

Não. Deve consultar devido pelo menos a duas razoes a primeira, fez um mau diagnostico, o tratamento não tem qualquer probabilidade de ser eficaz: a segunda, reconheceu bem a doença, mas enganou-se no tratamento, não se curará

“Há já dois dias que me traio, e o meu estado piora, devo persistir ou mudar da tratamento?”

Também aqui, existem as duas possibilidades que acabámos de ver, mas também uma outra
ligada à agravação possível de um tratamento homeopático, bem escolhido no início do tratamento. Deve consular um médico.

Originally posted 2014-03-26 12:44:24.