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Os falsos limites da homeopatia

Os opositores da homeopatia querem muitas vezes limitar esta última ao papel de terapêutica de complemento nas doenças ditas “funcionais” para as quais não descobrimos qualquer perturbação física.

Um doente é qualificado de “funcional” quando um sofrimento ou uma queixa desmentem os exames clínicos e complementares (radiografias, exames biológicos ou outros) normais quando o objectivo contradiz o subjectivo. Um doente cansado ou esgotado cerebralmente. Sofrendo das costas ou do estômago, uma mulher ansiosa ou deprimida, enquadrem-se neste caso.

Os médicos clássicos ficam desprevenidos face a este tipo de pacientes que, no entanto, representam uma grande parte dos doentes de cidade. Sobretudo não objecte que são “falsos” ou “pequenos” doentes: a definição do estado de saúde da Organização Mundial da Saúde é clara: a saúde é “um estado de completo bem-estar físico: mental e social e que não consiste apenas num ausência de doença ou de enfermidade”

Os médicos homeopatas, através da especificidade da sua terapêutica, têm uma resposta melhor adaptada do que a da medicina clássica. Para além disso, muitos doentes que entram nesse enquadramento “funcional” são tratados e curados por esta terapêutica.

Esta eficácia é ainda mais notável quando estas pessoas recorreram, sem êxito, à medicina clássica e a tratamentos arbitrários à base de magnésio ou de ansiolíticos. Mesmo que os êxitos da homeopatia se limitassem apenas a esta área, seria ainda muito útil e evitaria fenómenos secundários ou dependências ligadas a esta ultima classe de medicamentos.

Para além disso não nos devemos esquecer de que as doenças funcionais de hoje fazem o leito das doenças orgânicas de amanhã.

Originally posted 2014-03-24 15:07:28.