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IMG 1281 - Tratamento homeopático das Rinofaringites

Tratamento homeopático das Rinofaringites

Ao princípio

  • Ammonium carbonicum 5CH: no bebé, com o nariz seco e entupido, que não consegue dormir de noite
  • Nux vomica 5CH: a mesma coisa, mas com espirros e um desencadeamento de constipação em tempo frio ou logo a seguir a ter apanhado uma corrente de ar.
  • Sambucus 5CH: medicamento próximo de Ammonium carbonicum, mas a obstrução nasal é tal que o bebé tem dificuldade para mamar – pára de mamar para recuperar o fôlego -, porque um bebé só sabe respirar pela boca.

Posologia (para todos os medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias e 3 vezes por dia durante 3 dia.

Tratamento local da criança e do bebé

É importante e previne o aparecimento de otites.

  • Nos bebés: faca lavagens suaves — sobretudo ao levantar e ao deitar — com soro fisiológico ou com água salgada para evacuar as secreções nasais, ou aspire estas últimas com um aspirador nasal.
  • Nas crianças um pouco mais crescidas: ensine-lhes a assoarem-se bem, uma narina de cada vez, e de preferência com lenços de papel.

Tratamento de terreno da criança e do bebé

É necessário no caso de rinofaringites a repetição. A homeopatia tem uma eficácia reconhecida nesta área.

O tratamento permite ao mesmo tempo o espaçamento dos episódios de rinofaringites estes últimos aparecem, ficam localizados no nariz e não se complicam infetando os brônquios ou provocando uma otite.

Originally posted 2014-04-02 10:56:53.

Kind beim arzt - Pediatria

Pediatria

Os seus filhos são o objeto de todas as suas atenções. Então já não suporta que tomem antibióticos à mais pequena constipação, e está farto das rinofaringites, bronquites ou otites que se repetem de oito em oito dias.

E é muitas vezes nestas ocasiões que descobre a homeopatia. Este capítulo tem por objetivo mostrar-lhe que a esfera de ação da homeopatia não se limita só a estas patologias. Ao contrário, esta terapêutica pode proporcionar-lhe soluções em áreas tão diversas como variadas, que tanto dizem respeito às doenças agudas como crónicas.

A prática da homeopatia em pediatria necessita de um esforço de observação dos seus filhos no qual não está forçosamente habituado. Por exemplo no caso de febre, para saber se o seu bebé tem sede, apresente-lhe o biberão muitas vezes e verifique a sua reação. Para saber se tem muito calor, observe se empurra o lençol, se transpira facilmente.

Verifique as suas reações no banho; se tem arrepios facilmente, se aprecia o banho quente ou chora logo que este último arrefece, etc.

Além disso, na criança, tomar grânulos é diferente. No bebé, antes dos seis meses, os grânulos são derretidos num resto de biberão antes de serem absorvidos. Entre os seis meses e um ano os grânulos podem ser dados um a um na boca.

Uma outra maneira de proceder, se a criança recusar os grânulos, consiste em diluir uma dezena de grânulos em 100ml de água e repartir esta dose durante o dia espaçando-a à medida que os sintomas melhoram.

Seja qual for a idade, se os grânulos forem tomados com água e preparados de avanço, é indispensável abanar o pão antes de dar a dose medicamentosa a fim de recriar a dinamização.

A automedicação dos seus filhos deve ser prudente e refletida. Tenha em consideração todas as chamadas de atenção enunciadas para cada doença tratada nesta parte. Vá a uma consulta à mais pequena dúvida e ainda mais rapidamente quando os bebés têm menos de um ano.

Desconfie sobretudo das diarreias no bebé, porque o risco de desidratação é muito importante e pode aparecer durante vinte e quatro horas, e sobretudo se houver vómitos associados. Uma regra geral: nunca espere para ir a uma consulta, sejam quais forem os sintomas, se sentir a mais pequena inquietude.

Originally posted 2014-04-01 14:31:03.

pediatra - Vómitos da Criança

Vómitos da Criança

As causas dos vómitos são evidentes na maioria das vezes. O carácter de alguns vómitos (em jato e fáceis, ou quando aparecem em circunstâncias precisas – bater com a cabeça no chão por exemplo) deve incitá-la a consultar o seu médico.

Diagnóstico

O vómito é a expulsão abundante de alimentos a seguir a esforços gástricos involuntários e náuseas. É um sintoma do qual é necessário encontrar as causas:

  • As mais evidentes são as gastroenterites, as rinofaringites, as bronquites. A mais estudada é o refluxo gastroesofagiano, ao qual voltaremos mais adiante.
  • A mais benigna, normalmente, é a crise de acetona ou a indigestão
  • Existem duas outras causas relativamente frequentes: a estenose do piloro e a picatura gástrica, que abordaremos mais adiante.

Os vómitos também podem ter causas extra-digestivas: rinofaringite, otite, infeção urinária ou meningite, por exemplo.

Atenção!

Não confunda:

  • a regurgitação alimentar do bebé. que consiste na subida de uma pequena quantidade de leite, muitas vezes durante o arroto, portanto logo a seguir ao biberão. As regurgitações não têm qualquer incidência sobre o aumento de peso, não impedem a criança de crescer normalmente e param por volta dos cinco ou sete meses,
  • o refluxo gastroesofagiano. que se manifesta através de uma expulsão alimentar mais ou menos abundante — sem esforço de vómitos—do conteúdo do estômago Acontece longe ou fora das refeições e/ou durante o sono. O refluxo gastroeso-fagiano repercute-se sobre o peso da criança: deve ser procurado nos bebés com:
  1. vómitos com pequenos fios de sangue que traduzem a irritação do esófago (esofagite) durante a subida dos alimentos ácidos do estômago:
  2. rinofaringites ou otites a repetição;
  3. tosses persistentes rebeldes, asma:
  4. sintomas mais inquietadores tais como indisposições.

No geral, continua até à idade de dois ou três anos, até mesmo mais.

Procure erros dietéticos

Saiba que os erros de dieta no bebé são extremamente frequentes:

  • uma criança demasiado alimentada pode ter vómitos. A única maneira de se aperceber consiste em pesá-la regularmente e comparar o seu peso ao das curvas estandardizadas;
  • reconstituiu mal o leite sintético, pôs leite-em-pó de mais. ou o leite-em-pó antes da agua mineral.
  • a introdução da dieta diversificada foi demasiado brutal ou demasiado rápida;
  • a criança come muito depressa e engole muito ar.

Se tiver a impressão de que a criança digere mal o leite, vá consultar o seu médico, porque pode tratar-se de uma intolerância às proteínas de leite de vaca.

Principais complicações

Estão ligadas à origem dos vómitos

Atenção!

Vá imediatamente ver o seu médico, se a criança tiver vómitos:

  • em jatos fáceis ou associados a uma febre isolada. Podem ser os primeiros sintomas de uma meningite;
  • a seguir a ter caído com a cabeça no chão: hematoma subdural;
  • a seguir à absorção de produtos tóxicos ou medicamentos;
  • que impedem a criança de se alimentar e estão associados a uma diarreia;
  • se a causa não lhe parecer evidente.

Vá também a uma consulta rapidamente:

  • se verificar que o bebé de três ou quatro semanas, que se mantém alegre e contente, já não está a engordar e tem vómitos que aumentam progressivamente. Isto é provocado pelo engrossar do piloro, canal situado entre o estômago e o intestino, que entrava a saída dos alimentos para o intestino. O que tem por consequência uma estenose hipertrófica do piloro e necessita de uma intervenção cirúrgica benigna;
  • quando a criança come pouco e torce-se rapidamente depois de ter bebido o biberão. É a consequência de uma plicatura gástrica, ou seja, de um estômago que desce muito para baixo no abdómen e forma duas bolsas. Os alimentos têm então dificuldades para passarem de uma para a outra. A cura acontece muitas vezes quando mudamos para uma alimentação diversificada.

Originally posted 2014-04-03 09:32:53.

febre resfriado crianca - Febres da criança

Febres da criança

No bebé, incapaz de se exprimir, a febra é um fonte de angústia para os pais. Estes últimos desejam quase sempre fazer baixar esta temperatura que os atemoriza se persistir mais algumas horas.

Ora, a elevação térmica do corpo é um meio de defesa natural do organismo em relação às agressões virais ou bacterianas, porque impede a multiplicação dos micróbios e é por isso que a febre deve ser controlada e não imobilizada como é muitas vezes o caso.

Conduta a seguir

Não entre em pânico

Dirija-se diretamente ao seu médico

  • Se a criança já teve convulsões ou uma doença infecciosa grave.
  • Se a febre não baixar ao fim de quarente e oito horas.
  • No caso de diarreia associada no bebé.

Não cometa os erros seguintes

  • Não tape a criança, porque corre o risco de aumentar a febre.
  • Não faça baixar brutalmente a temperatura, é inútil e, para além disso, a febre é um meio de defesa natural do organismo em relação às agressões virais ou bacterianas. Controla a temperatura da criança, evite que ultrapasse 39º e não a faça parar bruscamente.

Atue

  • Dê muitas vezes de beber à criança, sobretudo porque é muito pequena.
  • Dê-lhe um banho com dois graus inferiores à temperatura do corpo.
  • Dê-lhe uma dose de Aconitum napellus 9CH, ou diluída num resto de biberão de água se se tratar de um bebé, ou diretamente sob a língua na criança mais crescida.
  • Não hesite em chamar um médico.

Originally posted 2014-04-02 11:57:32.