Thyme in bowl

Infelizmente, a terapêutica alopática associa a sua atividade um cortejo de efeitos secundários; “isto cura num certo sítio, mas estraga um outro”, ouvimos nós muitas vezes. É inegável, mas atualmente dado a maneira como são orientadas as investigações, é a única via explorada, porque é a única considerada como cientifica

Na minha opinião, a homeopatia deveria ser a mediana de primeira intenção na cidade, a alopatia deveria ser reservada para os casos que resistem à homeopatia.

Os doentes aceitariam então muito bem, se necessário, tomar pontualmente, a longo prazo ou de uma maneira repetida, um medicamento a topa tico, mesmo se aparecessem eleitos secundários. Enquanto esta mesma população recusa estas perturbações iatrogénicas (perturbações indesejáveis, mais ou menos oravas, provocadas pelo próprio medicamento) nas patologias benignas mais vulgares

Se a doença o exigir, os médicos homeopatas não deveriam hesitar em utilizar a alopatia, sozinha ou em associação. É a utilização sistemática de medicamentos alopáticos nas afeções pouco graves, tais como os antibióticos nas doenças ORL – rinofaringites principalmente -. a utilização dos anti-inflamatórios ou da cortisona para o mais pequeno reumatismo, por exemplo, que acaba por incitar numerosos pacientes a procurarem uma terapêutica pouco agressiva e com a mesma eficácia.

Nas nossas consultas, encontramos muitas mães de família na maioria exaspera- das pela receita sistemática de antibióticos aos seus filhos, à mais pequena construção, á mais pequena dor de ouvidos ou à mais insignificante subida de temperatura.

As páginas do caderno de saúde – não chegam para anotar todas as infeções da criança desde o seu nascimento – existem para o testemunhar. Ora, na maioria dos casos, os antibióticos não só são inúteis, como também ineficazes. Portanto, são muitas vezes os abusos da alopatia que fazem o sucesso da homeopatia.

Originally posted 2014-03-21 15:55:07.

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