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Os pequenos traumatismos da vida corrente dizem respeito a todos. Felizmente, não são graves, na sua maioria, e não têm qualquer repercussão a curto ou a longo prazo, e não põem em perigo a vida do paciente.

De facto, quem é que ainda não sangrou do nariz a brincar mais ou menos brutalmente? Quem é que não se feriu com um objeto cortante?

Quem não teve entorses nos tornozelos ou nódoas negras nos joelhos? É a estes desaires — que têm por principal consequência provocarem um grande medo nos pais quando acontecem aos filhos — que é dedicado este capítulo. Todavia, é indispensável que saiba reconhecer as situações que necessitam de uma opinião médica.

Quando é que deve ir ao médico ou pedir ajuda?

  • No caso de uma queda sobre a coluna vertebral. Se a pessoa não se mexer, não lhe toque e peça ajuda.
  • No caso de traumatismo craniano (golpe na cabeça) com ou sem perda de sentidos: se a criança ou o adulto vomitar, ou sangrar do ouvido, ou apresentar perturbações da consciência (atitude bizarra, ausência, respostas erradas às perguntas). Deve chamar os serviços médicos de prestação de primeiros socorros a sinistrados.
  • Se o sujeito for um bebé ou uma pessoa de idade, um choque aparentemente anódino pode ter consequências graves. Seja mais vigilante do que de costume.
  • Quando houver uma ferida de uma pequena artéria cujo corte reconhecemos através da expulsão de sangue vermelho vivo, abundante, saindo às golfadas. Neste caso, deve comprimir a artéria com o dedo ou com a mão enquanto o médico não chega ou durante o trajeto para o hospital. A hemorragia de uma artéria mais grossa é, claro, uma urgência cirúrgica.
  • Em todos os casos, à mais pequena dúvida, não hesite em consultar o seu médico ou vá ao hospital.

Originally posted 2014-04-07 11:13:06.

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