opio-2

Origem

A dormideira sonífera, da família das papaveráceas, é utilizada há mais de 5.000 anos pelas suas virtudes medicinais.

De facto, apesar da sua reputação exagerada de fármaco-dependência, a morfina, primeiro alcaloide, conhecido extraído da dormideira continua a ser muito utilizada em numerosas áreas da medicina não só pelo seu papel hipnótico (que induz o sono), como também pelas suas propriedades antitússicas, anti-hipertensivas, vasodilatadoras, antidiarreicas.

Composição

É uma planta cuja toxicidade está ligada aos numerosos alcaloides que contém, principalmente a morfina, a codeína a narcotina, a papaverina e a noscapina, por entre os mais conhecidos.

Estes últimos estão contidos num látex branco recolhido apôs excisão do fruto desta planta (a cápsula); a seguir, este último é seco e escurecido ao sol. É a partir deste látex que a tintura-mãe homeopática é fabricada.

As indicações deste medicamento são da área puramente médica; são antes de mas destinadas a informar sobre o interesse da homeopatia em complemento da terapêutica alopata nas afeções graves.

Indicações

Insónias

  • A seguir a emoções.
  • Por hipersensibilidade ao barulho.

Prisão de ventre

  • Sem qualquer vontade de ir à casa de banho, e sem qualquer incómodo.
  • As fezes são pequenas, duras e escuras.

Ajuda a restabelecer o trânsito intestinal normal a seguir a uma intervenção cirúrgica

Em complemento das terapêuticas clássicas

Utilizamos Opium em:

  • Comas profundas.
  • Hipertensões arteriais graves nas quais o risco de acidente vascular cerebral (com hemiplegia) é real.
  • Oclusões abdominais ou impossibilidades de urinar que podem aparecer a seguir a uma intervenção cirúrgica.
  • Epilepsias, convulsões.
  • Alcoólicos e drogados.

Opium convém se

As modalidades forem:

  • Uma agravação com o calor.
  • Melhoras com o ar fresco.

Originally posted 2014-04-11 10:17:35.

Comments

comments