medicamentos

A terapêutica homeopática apresenta o mesmo interesse, e pode ter uma atividade terapêutica complementar interessante.

Assim, por exemplo, na diabetes insulo-dependente, a fabricação de insulina é insuficiente ou inexistente. As injeções desta hormona mantém-se por isso indispensáveis.

No entanto, a adição homeopatia permite um equilibro maior e um controlo melhor da diabetes. Assim, a homeopatia participa na prevenção das tremendas complicações desta doença e permite uma redução das doses de insulina.

Do mesmo modo. na hipertensão arterial, nas depressões, a homeopatia autoriza muitas vezes uma diminuição dos tratamentos medicamentosos clássicos ou evita o sobrelanço terapêutico.

Indirectamente, permite uma melhor tolerância das suas substancias que são mais bem suportadas, porque os riscos de efeitos secundários (e indesejáveis destes medicamentos) e de interacções medicamentosas são naturalmente diminuídos.

Em outras doenças crónicas menos graves (principalmente doenças reumatismais) para as quais o prognostico vital não está em jogo – contrariamente aos cancros, sida ou hepatites -, o tratamento homeopático pode tomar-se principal e a terapêutica alopática acessória.

Também aqui se põe o problema de coordenação dos tratamentos. De facto, muitos doentes recusam ou não ousam informar o médico especialista que os trata que se fazem tratar paralelamente pela homeopatia.

O meu conselho

Se estiver a ser acompanhado por um especialista para o tratamento de uma doença cronica e se iniciar um tratamento homeopático em complemento, não deve recear informá-lo ou culpalizar por isso.

Originally posted 2014-03-24 14:34:26.

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