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Na maioria dos países industrializados, a prevalência da insónia é de 25 a 30%. O último estudo realizado em 1987 mostra que 10% dos franceses absorvem hipnóticos, dos quais 6,17% de uma maneira crónica.

O seu consumo em França é o mais elevado de Europa. O custo socioeconómico em termos de tratamento médico e de repercussão sobre o trabalho (absentismo), sobre o risco cada vez maior de acidentes, sobre o desencadeamento de outras doenças (depressão por exemplo), embota sem números concretos é, secundo a opinião de todos os perito, enorme.

O que é o sono?

No geral, o sono manifesta-se por um estado de bem-estar que se repercute sobre o dia todo. Um bom sono, é um bom dia; todas as pessoas que sofrem de insónias “sonham” com isso.

O sono é normalmente composto por cinco a seis a ciclos. A sucessão de um período de sono lente e de um período de sono paradoxal constitui um ciclo de sono.

O sono lento compreende cada uma das fases seguintes:

  • A fase 1, transição entre a vigília e o sono, é acompanhada por uma perda de controlo das faculdade de atenção e dos movimentos voluntários dos olhos. Ocupa 10% da duração do sono.
  • A fase 2, é uma fase de sono ligeiro que engloba metade da duração total do sono.
  • A fase 3, período de sono profundo durante o qual o despertar é difícil.
  • A fase 4, fase mais profunda do sono, corresponde a 20% do tempo do sono.

O sono paradoxal, cuja duração aumenta durante a noite, é a fase do sonho em que o sono é mais difícil.

O que é a insónia?

A insónia é uma queixa de mau sono que se traduz por dificuldade de adormecimento por despertares em série ou a horas fixas, e/ou por um despertar precose que não é sempre um novo adormecimento.

Para alem de qualquer doença psiquiátrica, a acumulação nervosas (o “stress”), a hiperatividade intelectual ou física, a ansiedade crónica são a insónia.

Originally posted 2014-04-01 10:06:06.

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