Highlighted human lung 745184 - Bronquites crónicas

Bronquites crónicas

A bronquite crónica é uma doença dos brônquios definida clinicamente pela presença de uma tosse e de uma expetoração (escarro) persistente pelo menos três meses por ano, dois anos consecutivos.

O número avaliado de sujeitos 1,8 que sofrem desta afeção é de 2,5 milhões dos quais 500.000 são mulheres. É responsável por 50.000 mortes por ano – ou seja, duas vezes mais do que o cancro bronco pulmonar – e custa em despesa de saúde à coletividade cinco biliões de francos por ano.

Para além disso, é uma doença ignorada, porque os fumadores acham normal tossir e expetorar.

Diagnóstico

A bronquite crónica é definida pela associação de uma tosse e de uma expetoração durante pelo menos trás meses por ano e pelo menos dois anos consecutivos.

O perfil típico do bronquítico crónico é um homem com mais de quarenta e cinco anos. Fumando paio menos um maço de cigarros por dia. vivendo numa atmosfera poluída. Os fatores de risco suplementares desta doença são as infecções respiratórias de origem virai na pequena infância as alergias, o alcoolismo.

Tratamento

O tratamento homeopático desta doença exige uma consulta medica e impõe cessar de fumar A bronquite crónica, pelas suas complicações (sobre infeciones brônquicas invernais, gripe, insuficiência respiratória crónica), as suas doenças associadas (asma, enfisema, insuficiência cardíaca), necessitam de um seguimento medico estrito e de um sério conhecimento da homeopatia.

Pela sua atividade, evita o aparecimento de infecções respiratórias e permite que o individuo seja tratado globalmente.

A maioria dos sintomas descritos no capitulo sobre as tosses pode ajudá-lo temporariamente. Portanto, consulte o capitulo sobre as tosses grossas, e o capitulo sobre a bronquite crónica das pessoas de idade.

Originally posted 2014-03-27 13:02:32.

homeopathbottles - Sinusites agudas

Sinusites agudas

A sinusite é uma inflamação aguda das cavidades sinuosas, secundaria a uma infeção viral ou bacteriana. Aparece na maioria das vezes durante uma constipação banal.

Distinguimos as sinusites maxilares, que atingem as cavidades sinuosas maxilares, e as sinusites frontais, que atacam as cavidades sinuosas frontais.

Diagnostico

Sinusites maxilares

Três espécies de sinais dão a conhecer as sinusites maxilares:

  • a dor viva na região situada sob os olhos (dor suborbital), piora quando baixamos a cabeça, que se tussa ou que se espirre;
  • muitas vezes unicamente do lado da dor, o nariz está entupido e o corrimento nasal muco purulento;
  • também pode haver um pouco de febre por volta dos 38° C.

Estas sinusites são a consequência ou de uma rinofaringite. ou de uma cárie dentária.

Sinusites frontais

As sinusites frontais são mais raras do que as precedentes. Complicam uma constipação.
As dores situadas por cima dos olhos (dores supra-orbitais) e o corrimento nasal muco-purulento estão normalmente nos dois lados.
Segam quais forem as sinusites, as complicações são raras.

Tratamento de Sinusites maxilares

  • Mezereum 5CH é indicado nas sinusites maxilares – mais especialmente de origem dentária – que aparecem no lado esquerdo. A pele que está em frente das cavidades sinuosas é muito sensível ao tocar, as secreções nasais são muco-purulentas.
  • Kalium bichromicum 5CH convém quando, a seguir a uma constipação – com corrimento nasal amarelo-esverdeado e crostas dentro do nariz -. aparecem dores suborbitais.
  • Kalium iodatum 5CH.
  • Hydrastis 5CH convém às sinusites frontais e maxilares nas quais o corrimento de pus amarelo, espesso, viscoso, se faz pelo nariz e pela parte da faringe atrás das amígdalas. Uma tosse seca, penosa está presente.
  • Cinnabaris 5CH é o medicamento das sinusites frontais e maxilares acompanhadas por uma congestão do rosto, e por dores lancinantes nas cavidades sinuosas frontais e maxilares. Os olhos estão vermelhos, o corrimento de pus faz-se pela parte da faringe atrás das amígdalas.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias, depois 3 vezes por dia durante 6 dias.

Originally posted 2014-03-27 15:32:27.

mesoterapia 1 - Anginas Parte I

Anginas Parte I

A angina, ou a faringite, é uma inflamação aguda das amígdalas e da faringe que aparece principalmente entre os dois e os quarenta anos.

É provocada por uma infeção viral em 60 a 80% dos casos e por uma bactéria nos 20 a 40% restantes. A regra em França – embora a origem viral seja mais frequente – é tratar sistematicamente as anginas com antibióticos.

Nos Estados Unidos, a conduta é oposta visto que os antibióticos só são utilizados quando um exame médico à garganta provou a origem bacteriana da angina. Esta atitude parece ser a atitude do futuro, visto que os peritos franceses reconhecem a sua conformidade desde que os poderes públicos exigiram economias.

Segundo as mesmas fontes, o custo destas prescrições (pelo menos cinco milhões) inúteis de antibióticos é de aproximadamente quinhentos milhões de francos.

Diagnóstico

  • A angina traduz-se por uma dor na garganta, dificuldades para engolir, muitas vezes febre, por vezes arrepios e cefaleias.
  • Sem que seja a regra, no geral admitimos que a angina virai está normalmente associada a uma síndroma gripal ou a um ataque difuso do aparelho respiratório.
  • Por seu lado, a angina bacteriana é normalmente mais dolorosa e associada a volumosos gangliões no pescoço.
  • No entanto, estes critérios não são suficientes para afirmar a origem virai ou bacteriana, que só poderia ser confirmada com um exame médico na garganta.

Principais complicações

São provocadas pelo estreptococo beta-hemolítico, que é o germe mais frequentemente responsável pelas anginas bacterianas. É a causa de reumatismo articular agudo, ele próprio na origem de complicações renais e cardíacas.

As complicações da angina dizem essencialmente respeito às pessoas com menos de vinte e cinco anos e justificam um tratamento de antibióticos (penicilina) nas anginas bacterianas. Para alem desta idade, já não há risco de reumatismo articular agudo.

Tratamento

Sistematicamente ao princípio

  • Mercurius solubilis 5CH: medicamento da verdadeira angina, com as amígdalas vermelhas ou cobertas de pontos brancos. A dor ao engolir (a disfagia) é intensa, mau hálito, salivação abundante. A febre elevada é acompanhada por uma grande sede, arrepios e suores noturnos que não aliviam o doente.
  • Belladonna 5CH, quando a garganta e as amígdalas estão vermelhas. A língua e de um vermelho cor de framboesa, a disfagia é intensa A temperatura elevada é acompanhada por uma grande sede, afrontamentos, vermelhidão no rosto, uma transpiração abundante e um profundo desalento.

Posologia: ao princípio de qualquer dor de garganta, tomará estes medicamentos de 2 em 2 horas, durante 2 dias; depois a escolha entre estes últimos e os seguintes será em função da evolução.

Depois conforme o aspeto das amígdalas

Nas anginas “vermelhas”

As amígdalas estão vermelhas, tome:

  • Apis mellifica 5CH, se as amígdalas pálidas estiverem inchadas, se a úvula estiver “pendurada corno um saco cheio de água”. As dores ao engolir, ardentes e como se fossem picadas, melhoram com bebidas geladas. A temperatura é elevada, não há sede, expecto durante os adeptos, a pele seca e vermelha é entre-cortada de transpiração.

Acrescentará à Belladonna e ao Mercurius solubilis:

  • Phytolacca 5CH, ao contrário, se as amígdalas estiverem vermelho-escuro, mas sobretudo se a angina aparecer num contexto gripal (dores no corpo, tosse, rinofaringites). A garganta está seca, as dores ao engolir vão até aos ouvidos e pioram com bebidas quentes.

Substituirá Belladonna por:

  • Stramonium 7CH, se a garganta estiver vermelha, mas indolor. Para este medicamento, a temperatura elevada, a sede viva, o rosto vermelho, acompanham suores abundantes que não aliviam o doente.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias depois, 3 vezes por dia durante 6 dias.

Nas anginas “brancas”

Nas anginas “brancas”, as amígdalas tem pontos brancos, acrescentará à Belladonna e ao
Mercurius solubilis:

  • Mercurius cyanatus 5CH nas anginas brancas com febre moderada, gangliões volumosos no pescoço e mau estado geral Antes do aparecimento dos antibióticos, era o medicamento das anginas diftéricas; aliás, mantém-se interessante, nesta indicação em complemento dos tratamentos clássicos

Posologia 2 grânulos 5 vezes por dia durante 2 dias. depois 3 vezes por dia durante 6 ti ias.

Originally posted 2014-03-27 12:20:09.