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São os acontecimentos que supostamente estão na origem da doença. São evidentes quando precedem imediatamente a doença: uma gripe depois de ter apanhado frio, por exemplo. São difíceis de encontrar quando são muito anteriores à doença.

Exemplo: As cefaleias ou um aumento de peso podem ser a consequência de um traumatismo craniano que aconteceu seis meses ou um ano antes. Natrum sulfuricum ou Hypericum podem ser então indicados.

A noção de etiologia será desenvolvida no parágrafo seguinte na classificação dos sinas homeopáticos.

Os sinais concomitantes

São as perturbações orgânicas ou funcionais, ou os outros sintomas que acompanham sinal homeopático.

Exemplos: Chamomilla vulgaris é indicada quando as crianças têm os dentes a romper e a
diarreia característica.

  •  os sinais locais são uma bochecha quente e vermelha do lado em que o dente está a romper, e uma bochecha pálida e fria no oposto;
  • os sinais gerais traduzem -se pela agitação e pelo nervosismo da criança;
  • os sinais locais e gerais são os sinais concomitantes do sinal homeopático procurado.

Como é que um sintoma se torna um sinal homeopático as suas características

  1. as suas modalidades
  2. as suas circunstâncias de aparecimento
  3. os seus sinais de acompanhamento

De tudo isto, não devemos esquecer que um sinal banal explicado pelo doente pode tomar-se um sinal homeopático se as suas particularidades reconhecidas (qualificação, modalidades, circunstâncias de aparecimento, sinais concomitantes) através de um interrogatório rigoroso permitam encontrá-lo na maioria medica.

Todavia, nem todos os sinais homeopáticos, mesmo bem individualizados, têm o mesmo valor para a prescrição.

Originally posted 2014-03-25 16:17:54.

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