Vitaminas

As vitaminas não são medicamentos. São substâncias que o homem não pode fabricar em quantidade suficiente e que devem ser fornecidas pela alimentação.

O estudo das vitaminas esta em pleno desenvolvimento atualmente. Verificamos o interesse de algumas de entre elas em períodos especiais da vida, no recém-nascido. Na criança, na mulher gravida, nas pessoas de idade. Foram feitos estudos que observaram – mas ainda não está provado – a frequência de algumas doenças em sujeitos carenciados, tais como as doenças cardiovasculares as cataratas, as doenças reumatismais, as malformações congénitas, os cancros, as cataratas, as infeções,

“Quais são os Inconvenientes da vitaminoterapia?”

Infelizmente, as vitaminas tem tendência para serem banalizadas desde que a maioria deixou da ser reembolsada pela Segurança Social e são vendidas livremente sob a forma de complexos.

Os riscos de abuso, até mesmo de intoxicação em caso de ingestão exagerada são portanto reais, Assim, a vitamina A, ingerida excessivamente no trimestre de gravidez, corre o risco de provocar no feto malformações dos ouvidos, do rosto e do sistema nervoso. Estes acidentes acontecem com dosas que nem chegam a ser superiores a cinco vezes os fornecimentos quotidianos recomendados. A vitamina D, tomada de uma maneira prolongada em doses elevadas, provoca perturbações digestivas e sobretudo renais.

Se a intoxicação continuar corre o risco de provocar depósitos de sais de cálcio nos rins, nas artérias, no coração e nos pulmões. A vitamina B6, nas mesmas condições de administração e em doses muito elevadas, vulgarmente utilizadas nos Estados Unidos, provoca polinevrites (degenerescência dos nervos).

Originally posted 2014-03-21 13:05:24.

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