url - Quais sao os inconvenientes da Alopatia?

Quais sao os inconvenientes da Alopatia?

Infelizmente, a terapêutica alopática associa a sua atividade um cortejo de efeitos secundários; “isto cura num certo sítio, mas estraga um outro”, ouvimos nós muitas vezes. É inegável, mas atualmente dado a maneira como são orientadas as investigações, é a única via explorada, porque é a única considerada como cientifica

Na minha opinião, a homeopatia deveria ser a mediana de primeira intenção na cidade, a alopatia deveria ser reservada para os casos que resistem à homeopatia.

Os doentes aceitariam então muito bem, se necessário, tomar pontualmente, a longo prazo ou de uma maneira repetida, um medicamento a topa tico, mesmo se aparecessem eleitos secundários. Enquanto esta mesma população recusa estas perturbações iatrogénicas (perturbações indesejáveis, mais ou menos oravas, provocadas pelo próprio medicamento) nas patologias benignas mais vulgares

Se a doença o exigir, os médicos homeopatas não deveriam hesitar em utilizar a alopatia, sozinha ou em associação. É a utilização sistemática de medicamentos alopáticos nas afeções pouco graves, tais como os antibióticos nas doenças ORL – rinofaringites principalmente -. a utilização dos anti-inflamatórios ou da cortisona para o mais pequeno reumatismo, por exemplo, que acaba por incitar numerosos pacientes a procurarem uma terapêutica pouco agressiva e com a mesma eficácia.

Nas nossas consultas, encontramos muitas mães de família na maioria exaspera- das pela receita sistemática de antibióticos aos seus filhos, à mais pequena construção, á mais pequena dor de ouvidos ou à mais insignificante subida de temperatura.

As páginas do caderno de saúde – não chegam para anotar todas as infeções da criança desde o seu nascimento – existem para o testemunhar. Ora, na maioria dos casos, os antibióticos não só são inúteis, como também ineficazes. Portanto, são muitas vezes os abusos da alopatia que fazem o sucesso da homeopatia.

Originally posted 2014-03-21 15:55:07.

Homeopatia para adelgazar 2 - Por que razao tomamos as mesmas doses em todas as idades?

Por que razao tomamos as mesmas doses em todas as idades?

Tal como já vimos, a homeopatia é uma terapêutica reacional, cuja actividade depende, entre outras, das capacidades de reacção do organismo. Ao passo que em alopatia a posologia é determinada em função da idade, do peso e da doença do individuo. As regras de prescrição e a posologia variam conforme a reactividade do doente, o grau de similitude, a natureza aguda ou cronica da doença.

A frequência com a qual os medicamentos são tomados e a escolha da diluição são submetidas a estes elementos, é por isso que a posologia não muda com a idade.

“Os medicamentos homeopáticos serão tóxicos?”

Substancias muito perigosas para o organismo em doses ponderais, tais como o arsénico, a beladona, ou o veneno de víbora, perdem a sua toxicidade quando são diluídas e dinamizadas tal como o exige a preparação dos medicamentos homeopáticos.

“Que fazer em caso de ingestão acidental?

Geralmente, a ingestão acidenta de um frasco de grânulos não provoca quase nenhumas, ou até mesmo nenhumas perturbações num sujeito que não é sensível a este medicamento.

Em contrapartida, pode desencadear, num sujeito são e sensível, fenómenos clínicos equivalentes a um patogenesia, ou seja, sinais iguais aos da doença que esse mesmo medicamento poderia curar.

Sendo a resposta individual, o mais sensato é contactar, sem entrar em pânico, o seu medico homeopata para que este ultimo lhe indique o que deve fazer.

Em caso algum, de nada vomitar ou fazer vomitar; isso só provocaria um incomodo suplementar supérfluo.

Originally posted 2014-03-24 12:49:16.

wp12b6bea4 - O Placebo

O Placebo

Medicamento e placebo

O placebo é uma substancia neutra, muitas vezes açúcar, que não tem teoricamente qualquer atividade farmacológica e, portanto, não pode teoricamente curar um doente. Serve de referência, é o nível zero do mar, o meridiano de Greenwich, é em relação a ele que a eficácia de um medicamento é avaliada. Tem todas as características do medicamento ativo, o aspeto, a forma, a cor, o sabor.

Para que serve o placebo?

Em medicina, o placebo, é utilizado para demonstrar que um medicamento é ativo. Para isso, durante uma experimentação, repartimos, através de um sorteio, os doentes em dois grupos, ignorando todos se beneficiarão do medicamento ativo ou do placebo. A comparação dos seus efeitos respetivos permite avaliar a realidade da eficácia do medicamento.

Por isso, o placebo é “nada’, é o vazio, o zero, é quase ou até talvez completamente uma noção filosófica. Vamos dentar lalar Bernard Lachaux e Patrick Lemoine que escreveram um livro sobre este assunto

“Os medicamentos passam, o placebo fica. Será possível imaginar projeto mais vão do que escrever uma obra sobre nada”* Haverá um espirito civilizado, positivo, racional, moderno, numa palavra, cientifico para acreditar que nada é muito? Como entender que ninguém não trata nada sem nada?

A quem é que poderíamos fazer admitir que a mesma medicamentação, dada pelo
mesmo terapeuta, ao mesmo individuo, terá um efeito diferente conforme o momento, o
humor, os estados de alma, o cenário, a situação social, a política, a moda? e porque não
os astros?

Tudo isto não parece lá muito serio ou, então, é preciso pedir ajuda a todos os Paracelsos, Mestres Albertos e outros espagiristas. No entanto, nada existe, nós vimo-lo!

Vimos um homem de boa-fé entrar numa coma impressionante de vinte e quatro horas e ser admitido no serviço de reanimação, depois de ter absorvido duas caixas de placebo especialmente doseado… de sentido.

Lemos que médicos responsáveis e experientes curavam crises de asma receitando aos seus pacientes um placebo que lhes tinha sido apresentado como um novo medicamento milagroso.

Até ouvimos dizer, mas como acreditar, que o Simpósio continha 50% de placebos mais ou menos impuros. Então se o Placebo existe, lemos de falar dele. […]

Então tornou-se na moda, adquiriu notoriedade. Foram-lhe dedicadas centenas de milhares de estudos. Então, para que a sua glória nova não lhe subisse demasiado a cabeça, decidimos pôr-lhe limites, porque ao querer ser demasiado exaustivo pode tomar-se completamente importuno”

Originally posted 2014-03-21 16:40:13.

remedio - Qual é a utilidade do placebo na medicina clássica?

Qual é a utilidade do placebo na medicina clássica?

Felizmente que o medicamento tem uma atividade reconhecida e real; mas a importância da atividade do placebo é enorme. Em todas as áreas da medicina, o placebo tem uma eficácia nada insignificante. A propósito disso, os poucos dados que vêm a seguir são bastantes convincentes.
Sabia que, nas dores que aparecem depois de uma intervenção cirúrgica, o placebo alivia 40% dos pacientes e a morfina 72%?.

Que acalma 50% dos sujeitos que sofram de artrite reumatismal e faz baixar a sua velocidade de sedimentação, sinal biológico testemunha da inflamação? Também diminui de 30% as contrações intestinais de doenças graves tas como a recto-colite hemorrágica: melhora a 78% as asmas; alivia 60% das enxaquecas. Finalmente, uma ultima experiência merece ser citada embora tenha provocado vivas discussões.

Em 1961, durante nove meses, 68 doentes esquizofréncos que viviam num serviço psiquiátrico foram tratados em segredo – ou seja, sem que os doentes e os médicos que os tratavam soubessem – com um placebo em vez da chorpromazine (Largactil). Os resultados são eloquentes: houve 15 casos sem mudança, 2 casos que pioraram, 22 que melhoraram.

Originally posted 2014-03-24 10:33:14.

url - Sinais gerais e evoluçao

Sinais gerais e evoluçao

O modo tuberculínico evolui em duas fases:

A fase de defesa

É caracterizada pela variabilidade dos sintomas para uma só doença
Revela-se por:

  •  uma congestão venosa periférica (pernas pesadas, hémorroïdes) agravada ao calor;
  • ataques de febre sine matéria, crises de crescimento;
  • palpitações, mal-eslares;
  • menstruação demasiado dolorosa, ou irregular;perturbações da eliminação que se manifestam através de:
  1.  desregramentos digestivos crónicos tais como as intolerância alimentares, ou reincidentes como por exemplo as “crises de fígado” ou enxaquecas,
  2. inflamações repetidas rinofaríngeas, pulmonares ou genito-urinánas.

Estas eliminações, contrariamente ao modo reaccional psorico, não devem ser respeitadas, porque estão na origem da astenia e de alteraçao do estado geral.

Os medicamentos de terreno desta fase são: Calcarea phosphorica, Plsatilla, Ferrum metallicum, Sulfur iodatum, Tuberculinum, VAB.

O tuberculinismo

É antes de mais um sujeito:

  • hipemervoso, alto, magro, que se cansa muito depressa:
  •  que teve doenças infecciosas ou virais: que tem tendência para as infecções a repetição (sobretudo ORL ou genitais).

É por exemplo:

  • uma criança nervosa, agitada, friorenta, hipersensível, sujeita a rinofaringites a repetição:
  • uma criança que, depois de ter tido o sarampo, faz bronquites a repetição.

Os grandes medicamentos são: Natrum muriaticum, Silicea. Phosphorus, Tuberculinum.

A fase de descompensação


A seguir à fase de defesa pode aparecer rapidamente – até mesmo imbricar-se – uma fase de descompensação que se traduz clinicamente por um emagrecimento, uma sensibilidade ao frio, uma desidratação, uma prisão de ventre, uma fadiga anormal, e uma falta de resistência do organismo às agressões diversas, mas um apetite igual.
Os principais medicamentos de terreno são: Natrum muriaticum, Sepia, Phosphorus, Silicea, Tuberculinum.

Originally posted 2014-03-25 12:53:49.