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O que é o tuberculinismo?

O tuberculinismo, ou modo reacional tuberculínico, define a terceira diátese. Ainda utilizado no “mundo homeopático”, este termo “tuberculínico” é impróprio e obsoleto e corresponde provavelmente a um subgrupo do modo psórico.

Não há qualquer relação a procurar com a tuberculose; este termo inadequado é conservado erradamente por razões históricas.

Os sujeitos predispostos

Este modo reacional encontra-se sobretudo na criança ou no adulto jovem.
Estes sujeitos predispostos são longilíneos, altos e magros nervosos, hipersensíveis e depressa cansados. Friorentos, não suportam a falta de ar.

São propensos a infecções a repetição (que traduzem um modo de eliminação especial):

  • ORL, na criança: otites sinusites, rinofaringites, bronquites, traqueites.
  • genitais, no adolescente: perturbações da menstruação (dolorosa e/ou espaçada) e leucorreias (corrimento)

Têm tendência para picos febris inexplicados (muitas vezes apresentados como crises de crescimento), perturbações venosas (pernas com marcas finas e longas na pele, veias aparentes), epistaxes (hemorragia no nariz).

Normalmente, o estado geral destes sujeitos piora com as eliminações e com as estadias
à beira do mar. e melhora na montanha.

Fatores desencadeantes

Este modo é desencadeado por:

  • fatores infecciosos a contaminação tuberculosa viragem de cutirreacao, BCG, IDR repetidas, vacinações repetidas ou as antibioterapias a repetição,
  • as doenças ditas “anergizantes”: sarampo, coqueluche, hepatite viral, mononucleose infecciosa:
  •  as infecções a repetição ORL, principalmente uro-genitais;
  • fatores da congestão venosa (aquecimento através do chão), fatia de ar
  • as dietas “dietéticas”; com medicações à base de extratos tiroidanos, de anfetaminas, de anfetaminas, de diuréticos: ou dietas vegetarianas ou vegetalianas.
  • fatores psíquicos os choques afetivos, esgotamento cerebral.

Originally posted 2014-03-25 12:42:35.

medicamentos - O Medicamento homeopático será um placebo?

O Medicamento homeopático será um placebo?

Os detratores da homeopatia assimilam o medicamento homeopático ao placebo com o pretexto de que a partir de uma certa posologia este último já não contém – sempre teoricamente qualquer substância ativa.

Deste modo, assimilam o efeito do medicamento homeopático ao do placebo, efeito esse que não sabemos se devemos qualificá-lo terapêutico ou não mas que é em todo o caso, incontestável e incontestado. No entanto, não podemos eliminar o modo de preparação do medicamento homeopático e reduzi-lo a um medicamento neutro.

Para alem disso, numerosos estudos clínicos mostraram a eficácia do medicamento homeopático. Em 1991. um artigo publicado no British Medicai Journal analisou todos os testes terapêuticos realizados até a este período.

Para isso, os autores efetuaram uma meta-análise com o objetivo de determinar se aqueles testes forneciam a prova da eficácia da homeopatia. Os responsáveis por esta investigação analisaram, a partir de 107 testes, os resultados das experimentações mais bem feitas.

Nos 14 testes com uma excelente qualidade, 11 têm um resultado positivo e 3 um resultado negativo. Nos 23 estudos bons, 15 são considerados favoráveis, 7 desfavoráveis. No conjunto dos testes, os autores consideram que 81 são positivos e que 24 não dão qualquer resultado em relação ao placebo.

As reflexões e as discussões dos autores são, na nossa opinião, muito interessantes: eis alguns “pedaços” escolhidos:

“Para esta investigação, efetuámos uma busca exaustiva dos artigos publicados a fim de analisar os argumentos em favor da eficácia da homeopatia, apesar da improbabilidade (na nossa opinião) deste método terapêutico.”

Na prática, se um tratamento é ativo, o conhecimento dos seus mecanismos de ação não indispensável, e existem numerosos exemplos de terapêuticas alopáticas eficazes para as quais os mecanismos de ação são pouco ou mesmo nada conhecidos.”

Originally posted 2014-03-24 11:01:41.

curare bambini omeopatia - Evoluçao da Sicose

Evoluçao da Sicose

Evolução

O modo reacional sicótico evolue em duas fases:

A sicose gorda

É caracterizada pela sua retenção hídrica e pela sua sensibilidade à humidade.
Os principais medicamentos de terreno são: Thuya occidentalis, Medorrhinum, e Natrum sulfuricum.

A sicose

É antes de mais:

  • uma tendência para as rinofaringites ou para as infecções genitais a repetição;
  •  uma propensão para “fazer” verrugas;
  • uma agravação geral com o tempo húmido.

É por exemplo:

  •  uma mulher forte, com celulite nas ancas, que transpira facilmente, e tem reumatismos que pioram com a humidade.
  • uma criança sobrevacinada que faz rinofaringites a repetição.

Corresponde a dois grandes medicamentos;

Thuya occidentalis e Medorrhinum.

A sicose esclerosa

É individualizada por uma esclerose progressiva dos tecidos e melhoras paradoxais com a humidade.
Os medicamentos de terreno desta fase são: Causticum, Tuberculinum residuum, Medorrhinum, Silicea. Plumbum.

Originally posted 2014-03-25 12:24:47.

herbs larger pic - Os doentes recorrem à Homeopatia

Os doentes recorrem à Homeopatia

A consulta

A remuneração dos médicos homeopatas é muito variável conforme o tipo da consulta (duração, dificuldade, investimento pessoal) as regiões e o sector de atividades destes últimos.

Os médicos do sector 1 (sector convencionado) são obrigados a aplicar o preço de uma consulta de médico generalista, ou seja, 110 francos; os seus honorários são reembolsados a 65%, sendo o restante pago pelos seguros complementares.

Os médicos do sector 2 (com honorários livres) praticam preços muito diferentes conforme as regras, as tarifas vão de 110 Bancos a 500 francos, ate mesmo mais nas grandes cidades.

O preço médio varia entra 150 a 300 francos; os seguros complementares compensam mais ou menos a diferença. O preço médio francês era de 156 francos mas voltamos a repeti-lo, as disparidades são fortes, principalmente na Ilhe-de-France (Paris:252 francos) e nos Alpes-Marítimos (Nice: 196 francos) ou Thionville (121 francos), Angouleme (128 francos).

Os medicamentos

O medicamento homeopático é efetivamente um medicamento, tanto do ponto de vista legislativo como do ponto de vista das normas rigorosas de fabricação e de controlo que o definem. Portanto, é reembolsado pela Segurança Social de França. Os medicamentos homeopáticos estão divididos em três grupos:

As especialidades com nome comum correspondem aos medicamentos mais utilizados. Englobam 1.163 medicamentos unitários selados e reembolsados a 70% pela Segurança Social.

As preparações magistrais dizem respeito a todos os outros medicamentos homeopáticos unitários ou não. Não são reembolsadas pela Segurança Social, expecto quando se trata da mistura de especialidades com nome comum. Quando um preparação apresenta um único componente que não figura na lista dos 1.163 medicamentos, esta ultima não é reembolsada.

As especialidades com nomes fantasia sob a forma de complexos (mitras de numerosos homeopáticos) ou de formulas unitárias exploradas sob um nome fantasista não são reembolsadas pela Segurança Social.

Originally posted 2014-03-24 15:42:55.

curare bambini omeopatia - O medico será um humanista e/ou um científico?

O medico será um humanista e/ou um científico?

O médico homeopata não possui as virtudes todas, e o seu humanismo não é superior ao do seu colega alopata! O conjunto destes clínicos, destes homens, possui a mesma sensibilidade; o seu objetivo consiste em ajudar e curar as pessoas que sofrem, o que não é, na nossa opinião, um apanágio unicamente do médico homeopata. Todos deveriam estar unidos face à doença.

Um bom médico não usa etiqueta; não é nem homeopata nem alopata. É antes de mais um humanista que possui sólidos conhecimentos médicos e científicos. Será talvez esta qualidade que muitos doentes pensam encontrar mais nos médicos homeopatas, porque a sua auscultação é reputada mais atenta e as suas consultas demoram mais tempo.

Quais são as informações de que dispõe?

Para além disso, devemos refletir sobre a natureza da Informação dada aos terapeutas pet«los peritos médicos. Um artigo recente”, publicado numa revista médica, observava que as publicações médicas eram tantas que os clínicos não tinham a possibilidade material de se informarem corretamente e não podiam “ir buscar a fonte o conjunto das informações úteis para uma prática médica optimal.”

Por isso, criou-se um jornal independente com o objetivo de sintetizar o conjunto dos artigos de uma área publicados em toda a imprensa médica internacional. Ora, apercebemo-nos, por um lado, de que os peritos avaliam e comentam diferentemente os resultados obtidos e, por outro, que estes estudos não permitam justificar ou propor uma prática médica clara numa doença.

Isto ilustra as dificuldades em codificar uma arte que queremos fazer passar por uma ciência, e esclarece sobre os erros dos poderes públicos que tentam obter um controlo médico dos tratamentos. Porque, embora se baseie sobre dados científicos, a maneira de receitar do médico ainda é dominada pelo empirismo e pela experiência clínica.

Isto é universalmente reconhecido. A terapêutica depende não só dos conhecimentos científicos comuns, mas também, por entre numerosos outros fatores, da cultura do doente e do médico. O médico pode justificar racionalmente – o que nem sempre quer dizer cientificamente – a sua prática quotidiana. Os discursos a propósito da sua experiência profissional, das suas verificações, das suas variações, dos progressos do seu exercício, dos seus conhecimentos, das suas competências não são mensuráveis e, se o médico apenas se baseasse unicamente em dados científicos validos, só muito raramente passaria receitas.

Assim, a ciência quantificável, mensurável, objetiva, exata está paradoxalmente na base dos progressos da mediana que, contudo, se mantém por essência uma arte inquantificável, incerta, subjetiva. É também o paradoxo de qualquer médico, principalmente do médico homeopata.

O doente, quanto a ele, não se considera o objeto do culto da ciência, prefere ser o homem que a arte médica cura.

Originally posted 2014-03-21 16:15:59.