medicamentos - Nas doenças Crónicas

Nas doenças Crónicas

A terapêutica homeopática apresenta o mesmo interesse, e pode ter uma atividade terapêutica complementar interessante.

Assim, por exemplo, na diabetes insulo-dependente, a fabricação de insulina é insuficiente ou inexistente. As injeções desta hormona mantém-se por isso indispensáveis.

No entanto, a adição homeopatia permite um equilibro maior e um controlo melhor da diabetes. Assim, a homeopatia participa na prevenção das tremendas complicações desta doença e permite uma redução das doses de insulina.

Do mesmo modo. na hipertensão arterial, nas depressões, a homeopatia autoriza muitas vezes uma diminuição dos tratamentos medicamentosos clássicos ou evita o sobrelanço terapêutico.

Indirectamente, permite uma melhor tolerância das suas substancias que são mais bem suportadas, porque os riscos de efeitos secundários (e indesejáveis destes medicamentos) e de interacções medicamentosas são naturalmente diminuídos.

Em outras doenças crónicas menos graves (principalmente doenças reumatismais) para as quais o prognostico vital não está em jogo – contrariamente aos cancros, sida ou hepatites -, o tratamento homeopático pode tomar-se principal e a terapêutica alopática acessória.

Também aqui se põe o problema de coordenação dos tratamentos. De facto, muitos doentes recusam ou não ousam informar o médico especialista que os trata que se fazem tratar paralelamente pela homeopatia.

O meu conselho

Se estiver a ser acompanhado por um especialista para o tratamento de uma doença cronica e se iniciar um tratamento homeopático em complemento, não deve recear informá-lo ou culpalizar por isso.

Originally posted 2014-03-24 14:34:26.

placebo - Como são determinadas as indicações dos medicamentos homeopaticos

Como são determinadas as indicações dos medicamentos homeopaticos

As indicações dos medicamentos homeopáticos estão reagrupadas num dicionário chamado “matéria médica”. Existem várias matérias médicas das quais algumas foram reatualizadas recentemente.

  •  da experimentação no homem são: são os dados patogenéticos;
  • da toxicologia: diz respeito às informações fornecidas pelas intoxicações voluntárias ou involuntárias, agudas ou crónicas, de substâncias tóxicas ou medicamentosas;
  • da experiência clínica: aplica-se a verificar a atividade do medicamento sobre os sintomas que emanam das duas primeiras fontes de informações (verificação do princípio de similitude) e a constatar a cura de sinais da doença que não provêm da experimentação nem da toxicologia

Todos estes dados não são distintos no seio das matérias médicas, mas a tendência atual é diferenciá-los.
A matéria médica de cada medicamento compreende

  • a sua origem;
  •  a composição química do medicamento;
  • as modalidades:
  • os sujeitos sensíveis ou que respondem bem;
  • as principais indicações;
  • as precauções de utilização e as contra-indicações

Nesta obra, para que seja mais didática, foram acrescentadas:

  •  a posologia mais adaptada em função das indicações médicas;
  •  as comparações com os outros medicamentos nas indicações respetivas.

Originally posted 2014-03-25 11:16:54.

placebo - Nas outras doenças

Nas outras doenças

Quando a actividade da homeopatia não é reconhecida cientificamente no tratamento de uma doença específica, pode colocar-se um problema ético. O médico é responsável, e compete-lhe a ele avaliar o interesse desta terapêutica. Bom senso e flexibilidade guiam a sua acção.

É característico o caso das anginas. Nesta afeção, na maioria das vezes viral, os médicos alopatas receitam regularmente antibióticos. Ora, estes últimos só atuam sobre as bactérias e não sobre o vírus e, por isso não têm, na maioria das vezes, qualquer eficácia contra esta doença.

No entanto, existe o risco que a angina seja provocada pela presença de uma bactéria na garganta, o estreptococo B hemolítico gerador de complicações cardíacas e reumatológicas. Se esta bactéria for localizada, a receita de antibióticos é imperativa. É por isso que uma análise da garganta – teoricamente sistemática e obrigatória – seria indispensável, a fim de determinar a utilidade. Na prática, isto faz-se pouco, e os antibióticos são, portanto, receitados sistematicamente, na maioria das vezes abusivamente.

Os médicos homeopatas fazem raramente eles próprios este exame, mas pedem no, ou imediatamente se o considerarem necessário, ou no caso de fracasso dos seus tratamentos. Reexaminam ou então modificam a sua receita em função dos resultados.

Por estas razões evidentes, os médicos homeopatas – na presença do estreptococo B hemolítico – receitarão antibióticos, pelo menos enquanto a homeopatia não tiver mostrado cientificamente a prova da sua eficácia nesta indicação.

Originally posted 2014-03-24 14:41:51.

1dandelion3 - Os excessos de alopatia não virão também dos proprios doentes?

Os excessos de alopatia não virão também dos proprios doentes?

A utilização excessiva da alopatia lambem é consecutiva, é verdade, ao pedido dos doentes. De facto, os pacientes, em nome do modernismo, querem ser tratados com uma rapidez fulgurante. Não aceitam ter o nariz a pingar mais de três horas, recusam o repouso na cama receitado pelo médico para um lumbago agudo, depois ficam admirados com a persistência dos problemas.

Compreendem dificilmente que a doença deve seguir uma evolução que é preciso dominar, controlar, travar progressivamente; que é necessário deixar ao corpo o tempo de se defender, de se adaptar.
Assim, uma investigação sobre as rinofaringites da criança revela que 33% dos médicos têm a impressão de receitarem antibióticos porque os pais o pediram urgentemente. A propósito disso, é típica a reação dos pais face à febre: a maioria de entre eles não suporta sue a temperatura dos filhos ultrapasse 38ºC.

Também aqui ignoram que a febre é uma reação de defesa do organismo, inevitável na evolução de algumas doenças.

Portanto, é necessário, na maioria dos casos, controlá-la, vigiá-la, deixá-la agir evitando que ultrapasse 38-39° C (exceto quando a criança já teve convulsões). Voltamos a repeti-lo, é uma informação que devemos explicar bem aos doentes.

Originally posted 2014-03-21 16:05:32.

homeopatia e1395316408127 - Mas de facto, o que é a homeopatia?

Mas de facto, o que é a homeopatia?

A homeopatia é uma palavra inventada por Hahnemann a partir do grego omoios semelhante e pathos sofrimento, doença.

Tal como já vimos, o Petit Robert define a homeopatia como um “método terapêutico que consiste em tratar os doentes através de remédios (em doses infinitesimais obtidas por diluição) capazes, em doses mais elevadas, de produzir no homem são sintomas semelhantes aos da doença a combater”.

Portanto, é uma terapêutica que consiste em tratar a doença através de substâncias medicinais que têm a propriedade de possuírem sintomas semelhantes a essa doença. Os medicamentos são administrados numa dose infinitamente pequena, tendo em conta o indivíduo e as suas reacções à doença.

Originally posted 2014-03-20 11:42:57.