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A fitoterapia utiliza as plantas medicinais para curar, até mesmo prevenir as doenças. Esta disciplina existe desde a noite dos tempos: foi desta maneira que os primeiros homens se trataram. Encontramos no Simpósio numerosas plantas que eram vulgarmente receitadas antes da chegada da indústria farmacêutica e das moléculas de síntese

A fitoterapia utiliza posologias clássicas, “alopáticas”, que se exprimem em gramas, em centigramas ou em miligramas. Estes medicamentos são tomados principalmente sob a forma de cápsulas tisanas, suspensões, extratos ou intractos, tinturas-mães. Assim, se consumir, com estas doses, a cavalinha, a sílica, o harpagophytum, a passiflora a valeriana, está a utilizar a fitoterapia e não a homeopatia. Duas especialidades que correspondem a maneiras especiais de tratar através das plantas resultam daí:

  • A aromaterapia é o tratamento das doenças através de aromas vegetais, e mais precisamente através de óleos essenciais. A essência das plantes á obtida, entre outros, através da destilação a vapor. A manipulação dos óleos essenciais é delicada e requer utilizadores experientes, porque, entre mãos incompetentes, os riscos de toxicidade são grandes principalmente na criança pequena. O eucalipto e a lavanda ou o alecrim em óleos essenciais são vulgarmente utilizados nas infecções pulmonares.
  • A geroterapia utiliza as macerações glicerinadas que resultam da ação dissolvente de uma mistura de glicerina e álcool sobre tecidos vegetais muito jovens, em pleno crescimento. Rosa canina, Ribes nigrum, Viscum álbum são algumas destas macerações glicerinadas mais conhecidas.

A fitoterapia constitui para muitos médicos homeopatas um complemento terapêutico
interessante.

Originally posted 2014-03-21 11:48:15.

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