mesoterapia 1 - Certo/Errado sobre a maneira de tomar medicamentos homeopáticos

Certo/Errado sobre a maneira de tomar medicamentos homeopáticos

“Posso tomar os meus grânulos dez minutos antes das refeições?”

Certo. É inútil tomá-los meia hora ou uma hora antes de cada refeição, ou até mesmo acordar mais cedo para tomar os medicamentos.

“Devo tomar os meus grânulos com um pouco de água?”

Errado. Deve tomá-los sem água.

“Devo deixá-los derreter sob a língua, mas não os poderei mastigar para ir mais depressa?”

Certo e errado. Deve deixá-los derreter sob a língua, mas, se desejar ir mais depressa, pode mastigá-los e voltar a colocá-los sob a língua.

“Não devo tocar nos grânulos com os dedos, mas posso servir-me da tampa para os contar?”

Certo. É melhor não tocar nos grânulos com os dedos, para evitar sujá-los. Se o fizer sem querer, pode, no entanto, tomá-los, mas não deve voltar a pô-los no frasco porque corre o risco de contaminar os outros grânulos.

“Devo tomar os meus diferentes frascos de grânulos uns a seguir aos outros, e esperar dez minutos entre cada um?”

Errado. Pode tomar todos os grânulos ao mesmo tempo. Por exemplo, se ao levantar tomar 3 grânulos de Sépia e 3 grânulos de Ignatia amara, pode tomar os 6 grânulos juntos.

Grânulos e outros medicamentos

Tal como já vimos nas páginas, podemos associar perfeitamente um tratamento homeopático e medicamentos alopáticos.

Se os dois tratamentos tiverem de ser feitos ao mesmo tempo, aconselho simplesmente a começar sempre pelos medicamentos homeopáticos.

Originally posted 2014-03-26 11:53:32.

Aree d’intervento - Oftalmologia

Oftalmologia

Cataratas

Necessitam de uma consulta especializada Os medicamentos mais correntes são os seguintes:

• Digitalis 7CH é indicado nas cataratas que aparecem a seguir a um tratamento cm certos medicamentos (b bloqueantes).
• Naphtalinum 7CH tem uma atividade interessante nas cataratas que são acompanhadas por uma opacidade da córnea nos sujeitos de idade com hipertensão arterial ou diabetes.
• Secale comutum 7CH convém nas cataratas senis e nas cataratas ligadas à diabetes.

Posologia (para todos estes medicamentos) 2 grânulos ao levantar e ao deitar.

Glaucomas

É indispensável recorrer ao oftalmologista. Enquanto não vai à consulta, os medicamentos são:

• Physostigma venenosum 7CH. indicado quando o sujeito tem uma sensação de nevoeiro e manchas escuras diante dos olhos.
• Prunus spinosa 7CH, quando o doente tem a impressão de que os globos oculares são empurrados para o exterior.
• Radium bromatum 7CH: nos glaucomas crónicos em que o doente tem dificuldades para acomodar a sua visão.

Posologia (para todos estes medicamentos): 2 grânulos ao levantar e ao deitar.

Originally posted 2014-03-28 12:23:13.

1280px Lobaria pulmonaria 010108c - Sticta pulmonaria

Sticta pulmonaria

Origem

Sticta pulmonaria, o líquen pulmonar, da família das estictáceas, cresce agarrado aos carvalhos, às faias e aos rochedos das montanhas da Europa.

Era utilizado tradicionalmente para acelerar o trânsito intestinal, contra os vómitos, as dores gástricas e o enjoo de barco.

Composição

A tintura-mãe é preparada com o talo (aparelho vegetativo dos líquenes, constituído por um tecido mais ou menos diferenciado, não vascularizado) seco e inteiro.

Indicações

Rinofaringites

  • Com nariz seco e entupido, o sujeito assoa-se constantemente sem resultado.
  • Com dores na raiz do nariz e cefaleias que melhoram com o corrimento nasal.
  • Tosse seca, dolorosa, a repetição principalmente noturna.

Gripe

  • Ao princípio, com dores no corpo e astenia.
  • E rinofaringite característica.

Sticta pulmonaria convém se

As modalidades forem:

  • Melhoras com o corrimento nasal.

Originally posted 2014-04-14 11:00:05.

Conheca a terapia floral2 - Detractores e Partidários Homeopatia

Detractores e Partidários Homeopatia

Os detractores

Apesar da lógica do seu procedimento, Hahnemann foi logo criticado. Assim, Trousseau, um dos seus contemporâneos, à priori “não acreditava naquilo” e afirmava que “a homeopatia tinha de ser julgada, nem que fosse só para nunca mais falar nela”.

Punha o êxito da homeopatia por conta da cura espontânea das doenças, e associava esta última, por um lado, à nova aproximação dos doentes pelos médicos homeopatas – observação, paciência, tempo – e, por outro, ao impacto desta última sobre a imaginação dos doentes. Já afirmava a ausência de reprodutibilidade dos efeitos e evidenciava o efeito placebo.

No entanto, reconhecia – o que lhe valeu ser criticado – que a homeopatia dava “uma ideia nova do medicamento, um método novo de constituir a Matéria médica, uma Terapêutica geral de certas relações afirmadas entre a natureza do medicamento e a da natureza”.

Auguste Bonnet, então presidente da Sociedade real de medicina de Bordéus, rejeitava os efeitos de doses tão pequenas, improbabilidade da doutrina, e pedia que fossem retomadas as experimentações sobre os sujeitos sãos. Para além disso, a Academia de medicina argumentava os riscos mortais daquela medicina nova e da sua vaidade científica.

Os mais objectivos, ao mesmo tempo que a rejeitavam, reconheciam que modificações químicas mínimas podiam gerar propriedades fundamentalmente diferentes, mas também se interessavam pela contribuição que a homeopatia podia trazer à medicina clássica através do seu procedimento racional.

Observavam o rigor do raciocínio diagnóstico e terapêutico, a tendência analítica que daí resultava, o cuidado concedido à preparação do medicamento e às circunstâncias que podiam modificá-lo.

O professor Mabit, uma sumidade da Escola de medicina de Bordéus, reconhece os êxitos da homeopatia na epidemia de cólera em 1832; o professor Jousset, medalha de ouro dos hospitais de paris, verifica a sua eficácia nas pneumonias.

Veio finalmente a pior das acusações – retomada ainda nos nossos dias para assimilar a homeopatia a uma seita – que consistia em assimilar a germanofobia da época à homeopatia: “A homeopatia não passa de uma pretensa reforma que, nascida como tantas outras no solo doentio da Alemanha, limita ao misticismo mais nebuloso e ao panteísmo mais material e apenas encobre uma dessas teses alemãs que só se baseiam na confusão.”

Para Olivier Faure – professor auxiliar de historia, responsável de investigação no Centro Nacional de Investigação Cientifica – se a homeopatia foi criticada desde a sua origem, foi mais por razões ideológicas do que cientificas. De facto, pensa que, “a homeopatia sofre principalmente por aparecer num momento em que a profissão médica se estrutura em corpo unificado capaz de falar com uma só voz e de impor o seu poder apesar das lacunas do seu saber.

É sobretudo porque ameaça este processo que a nova doutrina é combatida pela maior parte da corporação médica, mais preocupada com o seu prestígio social do que com a saúde dos seus doentes”.

 

Os partidários

Os partidários da homeopatia respondiam a estes argumentos que a sua terapêutica derivava da experimentação no homem são e das observações no homem doente, que a utilização de doses fracas resultava da experiência, que Hahnemann, o seu fundador, tinha-as utilizado para diminuir aquilo a que chamava e a que chamamos ainda “os efeitos secundários dos medicamentos”.

Na sua resposta escrita à Academia de medicina, os médicos homeopatas lembravam que antes do aparecimento desta terapêutica eram todos alopatas e que conheciam os seus perigos, que as — pretensas – experimentações efectuadas pelos seus colegas sobre a homeopatia eram feitas sem prática e na ignorância desta última.

Perguntavam qual era a parte da imaginação dos tratamentos homeopáticos nas crianças ou nos animais e reclamavam a abertura de um dispensário para poderem experimentar os medicamentos.

O próprio Hahnemann desejava vivamente que a homeopatia fosse experimentada e não rejeitada à priori. Clamava: “A homeopatia baseia-se unicamente nas experiências. Imitem-me, diz ela em voz alta, mas imitem bem, e verão a cada passo a confirmação daquilo que digo. […] A homeopatia pede-o com grandes gritos, quer ser julgada segundo os resultados.

Originally posted 2014-03-21 10:09:16.

Highlighted human lung 745184 - Bronquites crónicas

Bronquites crónicas

A bronquite crónica é uma doença dos brônquios definida clinicamente pela presença de uma tosse e de uma expetoração (escarro) persistente pelo menos três meses por ano, dois anos consecutivos.

O número avaliado de sujeitos 1,8 que sofrem desta afeção é de 2,5 milhões dos quais 500.000 são mulheres. É responsável por 50.000 mortes por ano – ou seja, duas vezes mais do que o cancro bronco pulmonar – e custa em despesa de saúde à coletividade cinco biliões de francos por ano.

Para além disso, é uma doença ignorada, porque os fumadores acham normal tossir e expetorar.

Diagnóstico

A bronquite crónica é definida pela associação de uma tosse e de uma expetoração durante pelo menos trás meses por ano e pelo menos dois anos consecutivos.

O perfil típico do bronquítico crónico é um homem com mais de quarenta e cinco anos. Fumando paio menos um maço de cigarros por dia. vivendo numa atmosfera poluída. Os fatores de risco suplementares desta doença são as infecções respiratórias de origem virai na pequena infância as alergias, o alcoolismo.

Tratamento

O tratamento homeopático desta doença exige uma consulta medica e impõe cessar de fumar A bronquite crónica, pelas suas complicações (sobre infeciones brônquicas invernais, gripe, insuficiência respiratória crónica), as suas doenças associadas (asma, enfisema, insuficiência cardíaca), necessitam de um seguimento medico estrito e de um sério conhecimento da homeopatia.

Pela sua atividade, evita o aparecimento de infecções respiratórias e permite que o individuo seja tratado globalmente.

A maioria dos sintomas descritos no capitulo sobre as tosses pode ajudá-lo temporariamente. Portanto, consulte o capitulo sobre as tosses grossas, e o capitulo sobre a bronquite crónica das pessoas de idade.

Originally posted 2014-03-27 13:02:32.